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sábado, 12 de setembro de 2009

Wesley e o povo chamado metodista

HEITZENRATER, R. P. Wesley e o povo chamado metodista. 2ª Edição. São Bernardo do Campo: EDITEO; São Paulo: Cedro, 2006.


Capítulo 2
O surgimento do metodismo (1725-1739)

Podemos destacar três etapas: Oxford, Geórgia e Londres.

O primeiro surgimento do metodismo: Oxford

João Wesley subiu para Oxford em junho de 1720. Ao iniciar seus es-tudos, visando sua ordenação como diácono, focou-se primeiramente nos pie-tistas da tradição do viver santo, o que nos fornece, de acordo com Heitzenra-ter, o foco inicial da teologia de Wesley, a santidade. Em 1725 ele já tinha cer-teza que uma pessoa seria capaz de sentir o perdão de Deus, porém isso não seria garantia de que o pecado não surgisse outra vez, daí sua preocupação com a apostasia; ao mesmo tempo, sentia a necessidade de os meios da graça serem usados constantemente, sendo essa a base por luta contra o antinomi-nismo. Em 1727 graduou-se mestre em Oxford e foi trabalhar em Epworth com seu pai um ano após ser eleito para um cargo no Lincoln College. Em 1729, impulsionado por seu irmão Carlos, voltou para Oxford, e , logo em seguida, o Lincoln College chamou João para assumir seus deveres tutoriais no college. Nesse período ambos começaram a reunir-se, não regularmente, para reuniões para estudos, oração e discussão de assuntos religiosos.
O final do inverno de 1729/30, de acordo com o autor, é mencionado por João como o “começo real das atividades” (p.39) com os Wesley, William Morgan e Bob Kirkham, estudando tanto os clássicos como obras teológicas, além de serem assíduos frequentadores dos sermões e da Santa Ceia.
Em 1730, William Morgan sugeriu a visita aos presos na Prisão do Castelo, e devido à grande satisfação dessa experiência, concordaram com, pelo menos, uma visita por semana. Sob a liderança de Morgan, o grupo co-meçou a passar muitas horas com os pobres e necessitados da cidade, a co-meçar pelas atividades dentro da comunidade acadêmica direcionado àquelas pessoas que dependiam de caridade, expandindo ao presos de Bocardo e às crianças das famílias pobres em Oxford, tendo um ativo interesse pelo proges-so destas.
Tais ações, pela notoriedade, despertou várias ações contra eles, sen-do ironicamente chamados de “O Clube Santo” (p.41), além de outros apelidos. O termo metodista levou dois anos para ser associado ao grupo, mas este já mostrava características que “iriam identificar o movimento durante o resto do século” (p.42), e importante lembrar que muitas das atividades não foram cria-das apenas por João Wesley. A essência do metodismo em Oxford está no impulso espiritual em busca da salvação. Neste período, João começara a ler o livro de William Law, Sério chamado a uma vida devota e santa, de 1729, con-duzindo-o a uma reorientação na vida espiritual – uma conversão real – “a luz brilhou tão poderosamente sobre a minha alma, que todas as coisas pareceram diferentes” (WESLEY, J. JOURNAL AND DIARIES, 1988, 18:244 apud HEINT-ZENRATER, 2006, p.43). Para ele, então, a esperança da salvação firmava-se na “confiança da sinceridade de seu próprio desejo de ter uma vida cristã e confiança nas promessas de Deus” (p.43) e a segurança de sua salvação esta-va baseada na sinceridade em fazer o melhor possível, e não a perfeição.
Em 1732, João centralizou-se em Oxford, ao tempo em que há uma grande mudança no grupo quando Morgan volta para Irlanda enfraquecido por enfermidades constantes, Kirkham e Boyce deixam Oxford e Haward deixa o grupo. John Clayton associou-se ao grupo e “abriu novas amizades e contatos para Wesley” (p.44) como Sir João Phillips, da SPCK, que veio a tornar-se um grande contribuinte para a causa metodista em Oxford, além de editores e li-vreiros em Londres. Mesmo permanecendo pouco tempo com o grupo em Ox-ford, Clayton influenciou significativamente as práticas do grupo, com sinais de uma crescente disciplina de piedade e misericórdia nos programas de trabalho wesleyanos, além de jejuns fixos às quartas-feiras e sextas-feiras. Clayton também introduziu João no mundo das publicações em 1733 com a Coleção de formas de oração para cada dia da semana, e obteve licença para o grupo ir ao Asilo São Tomás duas vezes por semana. A medida que o grupo ia crescendo, foi necessária uma organização maior e estruturar esse movimento e João re-gistrou em seu diário “separei homens e tarefas” (p.45).
O movimento wesleyano, contendo um modelo complexo de regras e expectativas, cada vez mais manifestava uma teologia e uma prática equivalen-te ao modelo arminiano, o que levou a observadores a conotarem o termo “no-vos metodistas” aos sermões de Wesley e às atividades da sociedade. Mas Wesley preferiu traçar um paralelo dessa nova nomenclatura à um antigo grupo de médicos gregos que davam importância à boa saúde através de um regime de dietas e exercícios.
Em 1732, chegou a notícia da morte de William Morgan, o que levou João Wesley a escrever uma carta ao pai de Morgan sobre a origem do movi-mento e o plano. Além disso, em um sermão da Igreja de Santa Maria em 1 de janeiro de 1733, delineou a base lógica de sua teologia, tornando-se um docu-mento “decisivo no movimento wesleyano” (p.47). O sermão foi baseado na Epístola aos Romanos 2.29 e foi uma proclamação vibrante e positiva do en-tendimento de Wesley de que “a marca que distingue um verdadeiro seguidor de Cristo... essa disposição habitual da alma que nos escritos sagrados é de-nominada santidade” (p.47), centrado nas virtudes, cultivado pela meditação, manifesto na centralidade da fé, confirmado pelo testemunho do Espírito e e-xercitado pela autonegação, chamando para o amor como “a soma da lei per-feita [e] a verdadeira circuncisão do coração” (p. 47). Esta definição da doutrina da santidade, a perfeição cristã, além de tornar-se marca da teologia metodista do século XVIII, orientou João Wesley durante toda sua vida em sua própria peregrinação espiritual.

O metodismo em Oxford

Após a carta a Morgan, esta tornou-se uma descrição definitiva dos começos do metodismo, e outros desenvolvimentos importantes se tornam evi-dentes ao estudar os diários de João Wesley, Benjamim Ingham e George Whi-tefield, estes dois últimos que se tornaram metodistas após Clayton partir de Oxford.
Seguindo o modelo das sociedades religiosas, os membros, individu-almente, começaram a formar novas células de pessoas interessadas na pro-posta. Vários grupos foram criados em associação ao metodismo de Oxford, e as regras e métodos que dirigiam suas atividades costumavam originar-se do grupo de João Wesley.
João Wesley, começando a interessar-se pelo místicos, a partir da lei-tura de Theologia Germanica e de outros como Madame Guyon, Antoinette Bourignon, Arcebispo Fénelon e o marquês de Renty, entre outros, vislumbrou-se com a espiritualidade desses escritores, resultando num crescente nível de auto-exame, vigilância espiritual e introspecção. Este momento de Wesley co-meçou a gerar uma tensão profunda entre a lei e o evangelho, que tentava ver “como o conceito paulino sobre a liberdade cristã poderia ser entendido dentro das exigências da tradição do viver santo” (Letters, 25:411-13 apud HEITZEN-RATER, 2006, p.53).
Durante este período de busca, seu pai Samuel, face à idade avança-da e saúde frágil, esperava que João o sucedesse na paróquia em Epworth. O relutante João voltou para Epworth após o falecimento de seu pai e para ajudar a família neste período de transição. Ao voltar para Oxford, foi logo chamado a Londres pelo editor do livro de seu pai sobre Jó e, em seguida, foi convidado a ir para a nova colônia Geórgia, tendo aceitado como “missionário voluntário, sem pagamento ou uma nomeação específica” (p.57), relatando que seu “prin-cipal motivo... é a esperança de salvar minha própria alma.” (p. 58), reconhe-cendo em Deus a verdadeira força na história.

O segundo surgimento do metodismo – Geórgia

Durante a travessia de barco ao Novo Mundo, Wesley ficou profunda-mente influenciado pelas tempestades que deixaram-no com medo, devido à realidade de morte iminente, ao mesmo tempo que impressionou-se com a fé dos morávios alemãos que estavam a bordo. Mesmo durante as piores tempes-tades, os morávios continuavam seus serviços religiosos e enquanto os “pas-sageiros ingleses gritavam de medo, os alemãos continuavam calmamente a cantar os salmos ‘sem intervalo’” (p. 59).
A missão em Geórgia foi muito importante para o metodismo para o desenvolvimento de conceito de igreja em missão ao mundo, porém foi uma missão de pouco duração para João, que ficou menos de dois anos, mas sufi-ciente para ele adquirir a fé e a segurança sob a direção espiritual dos pietistas alemães. Estes tinham como líder August Spangenberg, que apresentou à Wesley as diferenças entre os dois grupos pietistas alemãos: os Salzburgers, que seguiam os ensinos de August Hermann Franke e Samuel Urlsperger, da tradição de Philipp Jacob Spener, e os morávios, que seguiam os ensinamen-tos de, além de Spangenberg, Nicholas Ludwig von Zinzendorf. Wesley mante-ve maior proximidade com os morávios durante sua estada em Savannah, in-clusive se encontrando com eles para o culto público à noite, quando muito se emocionava com os cânticos.
O projeto de pregação aos indígenas foi dificultado devido os comerci-antes franceses, espanhóis e ingleses terem causado grande confusão levando às pessoas se recusarem a ouvir a Palavra. Com Robert Hows foi criada uma sociedade religiosa na Savannah, e com João, uma em Frederica, esta última não obtendo tanto crescimento e se desfazendo posteriormente. A de Savan-nah, devido a grande assistência de João Wesley, cresceu muito.
Com a desesperança em catequizar os índios, os metodistas voltaram sua missão para os negros escravos e para a educação dos jovens na escola de Savannah. João, para melhor se comunicar, aprendeu alemão, espanhol e francês. Com isso, nota-se que os cultos de domingo à tarde reuniam cerca de oitenta pessoas, e as reuniões das cinco da manhã em torno de trinta pessoas. Mesmo com o uso de hinos, facilitado pelo “Salmos e Hinos” que Wesley havia publicado em 1737, e sermões muitas vezes criticados, ao mesmo tempo muito aceitos, João acabou enfrentando uma série de problemas que fizeram-no sair da colônia e voltar à Inglaterra.
Este foi um período muito significativo na peregrinação espiritual de João Wesley, mediada pela tensão entre a influência anglicana e a influência pietista morávia.

O terceiro surgimento do metodismo – Londres

Em seu retorno inesperado à Inglaterra, João pode perceber que o me-todismo não apenas continuava em Oxford, mas também se espalhava por ou-tras áreas, promovendo um reavivamento com as sociedades religiosas que eram mantidas ainda pela SPCK. Nomes como George Whitefield, Benjamin Ingham, William Delamotte, Griffith Jones, Howell Harris começavam a desta-car-se entre os pregadores avivalistas. Porém, John Wesley, um dos pioneiros neste “movimento contínuo pela renovação espiritual, (...) estava consciente que havia ficado para trás na vitalidade e zelo em relação a muitos de seus amigos” (pp 75-76), e, com a chegada à Inglaterra de vários morávios alemães, continuou seu aprendizado espiritual. James Hutton foi um grande elo de con-tatos para os Wesley, especialmente João, que cultivou as novas amizades.

Peter Böhler e a busca pela fé

Em retornando à Inglaterra, João Wesley começou a se encontrar com Peter Böhler, um ministro luterano, durante quatro meses. Böhler convenceu João sobre sua falta de segurança da fé afirmando que “não há graus de fé, ou você tem ou não” (p. 77), levando-o a sentir que não possuía fé alguma e que não seria correto ele continuar pregando. Böhler então aconselhou João: “pre-gue sobre fé até que você a tenha, e então, porque você a tem, você pregará sobre a fé” (WESLEY, J. JOURNAL AND DIARIES, 1988, 18:228 apud HEIT-ZENRATER, 2006, p.77). A partir de então, Wesley começou a pregar sobre a salvação somente pela fé, começando com William Clifford, um prisioneiro do Castelo. Pregando com entusiasmo, e cada vez mais inclinando-se à visão mo-rávia sobre conversão instantânea, João foi impedido de pregar em algumas Igrejas. Nesse ínterim, vários amigos, incluindo seu irmão Carlos, advertiam-no sobre sua nova pregação.
Criou-se uma nova sociedade, a Sociedade Fetter Lane, com Peter Böhler, João Wesley, John Hutton, Carlos Wesley, George Stonehouse, entre outros. Esta sociedade era um grupo menor, uma band, e tinha no seu progra-ma uma natureza soteriológica. Em poucos dias, Carlos Wesley experimentou a segurança da fé que, dentre contínuas lutas espirituais e doente no domingo de Pentecostes, sentiu “uma estranha palpitação no coração” e disse “Eu creio, eu creio!” (WESLEY, C. THE JOURNAL OF VER. CHARLES WESLEY, 1849, 1:146-147 apud HEITZENRATER, 2006, p. 79) e achou-se em paz com Deus.
Três dias após a experiência de Carlos, João também teve a sua expe-riência, justamente em um período em que achava-se totalmente pecador e em profunda tristeza. Essa experiência está por ele relatada:

À noite eu fui de má vontade à sociedade na Rua Aldesgate, onde alguém esta lendo o prefácio de Lutero para a Epístola aos Roma-nos. Cerca de um quarto para as nove, enquanto ele estava descre-vendo a mudança que Deus opera no coração pela fé em Cristo, eu senti meu coração estranhamente aquecido, senti que acreditava em Cristo, apenas em Cristo para a Salvação, e uma segurança me foi dada que Ele havia levado meus pecados, sim os meus, e me salva-do da lei do pecado e da morte. (WESLEY, J. JOURNAL AND DIA-RIES, 1988, 18:249-250 apud HEITZENRATER, 2006, p. 80)

Neste dia 24 de maio de 1738, João comemorou testemunhando ime-diatamente aos presentes.
Porém, nos dias que se seguiram sentia-se confuso e perturbado no que se referia aos graus da fé, pois não possuia uma alegria constante, apesar da paz contínua e a libertação dos pecados. Isso devia-se ao fato de Böhler tê-lo orientado dizendo que a fé verdadeira é sempre acompanhada pela sensa-ção de segurança, “evidenciada pela libertação do pecado, do medo e da dúvi-da, (...) atestam a verdadeira fé” (p. 77).
Assim, Wesley resolveu visitar os morávios na Alemanha, em Herr-nhut. Ficou evidente que algumas opiniões dos morávios ingleses diferiam no-tavelmente do morávios alemãos. O chefe da comunidade alemã, Nicholas von Zinzendorf, orientou Wesley mostrando uma opinião mais moderada sobre as evidências da justificação: “a paz pode ser evidente, mas a alegria frequente-mente não presente” (p. 82), de tal forma que a visão de graus de fé e cresci-mento em piedade tornou-se mais próxima da experiência de Wesley e de sua compreensão das Escrituras. Para Wesley, este conflito de posições entre mo-rávios ingleses e alemãos era o cerne de seu problema. Para os ingleses, as exigências eram absolutas e evidências necessárias, não restando dúvida ou temor. Englobavam santificação e justificação, e, semelhante aos pietistas, es-tendiam a justiça imputada à justiça infusa, o que resultava em uma perfeição sem pecado, com uma medida plena dos frutos do Espírito, sendo evidências da conversão verdadeira. Tal tendência não se ajustava à bagagem teológica anglicana e arminiana de João Wesley, que tentava experimentar e entender uma teologia luterana.
Durante os meses que ficou na Alemanha, Wesley pôde vislumbrar a organização morávia e a infra-estrutura alemã, além de novas impressões que o levaram a um novo discernimento e novas práticas de comunhão cristã, ao mesmo tempo que notou algumas faltas na comunidade morávia: “negligência com o jejum, exaltação de sua Igreja e de seu líder, uma tendência para a levi-andade, um espírito intimista, o uso de astúcia, malícia ou dissimulação” (p.85), que estava longe do que esperava encontrar em Herrnhut: um cristianismo a-postólico.
Ao voltar à Inglaterra, começou a perceber o quanto sua visão estava em conflito com a dos morávios, uns que exigiam a “plenitude da fé (...) eviden-ciada pela medida total dos frutos da fé (...) evidenciada pela medida total dos frutos da fé (...) como expectativa necessária do verdadeiro cristão” (p.85), po-rém continuou a pregar sobra a “necessidade de total segurança de fé e a real libertação do pecado” (p.85) como fundamento da felicidade cristã.
Com a leitura da narrativa de Jonathan Edwards sobre a ação do Espí-rito Santo no reavivamento inglês e do livro de homilias, Wesley chegou a um novo entendimento. Neste último pôde encontrar as respostas aos seus pro-blemas com os morávios ingleses sobre salvação, fé e boas obras. Wesley es-tava em novo período de questionamentos profundos e intensos e auto-exame, não obstante começa a aceitar a existência de graus de fé e de segurança, as-sim, “a total segurança de fé (...) não era necessária para o novo nascimento” (p.87) mas uma parcela desta fé era necessária para uma reconciliação por meio de Cristo Jesus, distinguindo, então, segurança da fé, e começando a desenvolver sua teologia moderna, iniciando com a descrição das diferenças entre justificação e santificação.
Wesley pôde perceber, tendo como objeto central de suas pregações o testemunho do Espírito, novas possibilidades da ação “divina entre o povo” (p. 91) e entre seus próprios ouvintes, vivenciando libertações e curas, até entre seus opositores, que, como a Sra. Compton, percebeu o perdão pelo amor de Cristo Jesus quando Wesley começou a orar por ela. João Wesley porém não era crédulo em todos os casos, e sempre testava o espírito biblicamente, che-gando a declarar que “qualquer pessoa com uma boa compreensão e bem ver-sada nas Escrituras” (p.92) poderia parecer espiritualmente inspirada. Advertia para que ninguém julgasse o espírito, mas que seguissem a tendência de dei-xar o assunto de lado, pois “se a obra não for de Deus, perecerá” (p. 92).
Por um pedido de George Whitefield, João Wesley foi para Bristol, on-de, em uma carta-resposta a um amigo que exortava-o a estabelecer-se em apenas uma paróquia, Wesley escreveu: “Eu encaro o mundo como a minha paróquia, (...) em qualquer parte dele em que eu estiver, creio ser adequado, certo, e meu dever sagrado declarar a todos que queiram ouvir, as alegres no-vas da salvação” (WESLEY, J. LETTERS, 1980, 25:616 apud HEITZENRA-TER, 2006, p.93).
Wesley calmamente elaborava, em uma peregrinação espiritual pes-soal e edificando mutuamente pequenos grupos, sua teologia.

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