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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

SOCORRO, OS ÍDOLOS VOLTARAM!




Ídolo é toda representação que exerce fascínio, que desperta paixões intensas e é admirado e visto como dotado de uma aura especial. Pode assumir diversas formas, seja de um objeto, um animal, de uma pessoa viva ou morta, e ser moldado em gesso, madeira, pedra bruta e até ouro.

O homem sempre teve uma predisposição interior para criar “ídolos” e neles depositar suas angústias, alegrias, esperanças e fantasias. O povo hebreu, da mesma forma que os cristãos modernos, não estava livre de ter os seus. O Todo-Poderoso teve tanto trabalho de tirar aquela gente do Egito, mas bastou Moisés virar as costas para que dessem a um bovídeo a honra da libertação.

O Salmo 115 resume bem as características dos ídolos: “têm boca e não falam; têm olhos e não vêem; têm ouvidos e não ouvem; têm nariz e não cheiram. Suas mãos não apalpam; seus pés não andam; som nenhum lhes sai da garganta”.

Como tudo no campo da religião evoluiu, os ídolos também acompanharam esta evolução e hoje já não são mais fixos, nem são calados, cegos ou manetas, pelo contrário, enxergam muito bem o seu público, se movimentam, e o som lhes sai da boca com centenas de decibéis.

Nós, evangélicos não temos do que reclamar – antes havia os ídolos católicos, representados pela iconografia medieval de santos e santas, havia os ídolos pagãos como Buda e Shiva, e também os ídolos populares, do mundo da arte e do esporte. Mas hoje também temos os nossos! Faz lembrar o povo de Israel pedindo a Deus um rei, e o Senhor não concordava, então saíram com essa: “Se os outros povos têm rei, por que nós não podemos ter?”.

O ídolo de antigamente esperava uma oferenda simples na forma de uma moeda, uma vela acesa ou uma prece. Hoje, não, eles são muito mais exigentes e cobram altos cachês para serem vistos.

Ídolos são vaidosos – exigem sempre lugar de destaque e uma multidão de olhos. Tem um ídolo, loirinho, e bastante jovem, que exige em contrato pelo menos 3 mil pessoas reunidas para vê-lo. Senão ele não abre a boca.

Eles não podem se desculpar dizendo que não querem ser ídolos, se agem como tal. Aceitam essa condição sem reclamar, posam para fotos de encartes autografados por eles, cobram polpudos cachês, isolam-se cercados por assessores, o que aumenta o glamour e o fascínio, fazem caras e trejeitos à moda dos ídolos populares e só comparecem em eventos que envolvem a massa e a mídia. Porque gosta de ser visto, todo ídolo é o centro da atenção e tudo aponta para ele mesmo.

Os homens de Deus, sejam pregando, sejam louvando, ou fazendo qualquer outra coisa, correm sempre o risco de ter as luzes apontadas para si, e não para Cristo, pois é sobre eles que brilham os holofotes.

Para o ídolo, todo altar é palco. Certamente, nem todo aquele que ocupa um palco é um ídolo, mas são poucos os que não se deixam levar. Para esses, todo palco transforma-se num altar.

Que motivações há por trás de um “ídolo” moderno? As motivações explícitas são: “não fazemos nada para nós”, e “tudo é para a glória de Deus”. Infelizmente essas explicações nem sempre resistem a uma avaliação mais profunda, e procura esconder a perda do alvo inicial. Um famoso compositor evangélico confessou que quando ele estava no auge de sua vida artística e era admirado por todos, foi justamente ali que os seus olhos não estavam mais postos em Cristo.

Quem tem discernimento espiritual e conhece um pouco da natureza humana sabe que uma das forças mais atavicamente arraigadas no ser humano é a vaidade. Não é à toa que Salomão termina sua vida dizendo: “vaidade das vaidades, tudo é vaidade” (Ecl 1.2).

Não podemos jamais nos esquecer que aquele outrora anjo especial, grande em beleza e formosura, foi atingido pela vaidade. Ele era querubim da guarda ungido e perfeito no seu caminho, até que “elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor” (Ez 28.17). Tudo que é excessivamente belo, pomposo, e que aponta demais para si, traz no seu bojo o gérmen da destruição do verdadeiro objetivo, que é Cristo.

Até entre os discípulos a vaidade se fazia presente – e dois deles pediram lugar de destaque à Jesus, para que na glória pudessem sentar-se um à direita e outro à esquerda. O motivo? Queriam ser vistos pela platéia de redimidos no céu.

Constatamos com tristeza que a Igreja de Cristo tem sido um palco para as mais diversas manifestações da vaidade humana. Talvez seja por isso que João termina sua carta dizendo: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1Jo 5.21). E eu complemento: dos antigos e dos modernos.

A Deus, e somente a Deus, toda a glória!

Por Daniel Rocha, Pastor da Igreja Metodista em Itaberaba, e psicólogo; dadaro@uol.com.br
in CEMEC, Centro Metodista de Capacitação, Reflexões

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

PARA REFLETIR ENQUANTO ISRAEL TRUCIDA INOCENTES, TAL QUAL OS EUA NO IRAQUE E AFEGANISTÃO...




Discurso de Ahmed Ahmadinejad, Presidente do Irã, transmitido por um canal britânico na véspera de Natal logo após o discurso de sua majestade a rainha Elizabeth II. *


Em nome de Deus, o Compassivo, o Generoso.

No aniversário do nascimento de Jesus, Filho de Maria, a Palavra de Deus, o Mensageiro da Graça, gostaria de cumprimentar os seguidores de fés abraâmicas, sobretudo os seguidores de Jesus Cristo, e o povo inglês.

O Altíssimo criou o universo para os seres humanos, e os seres humanos para Ele.

Ele criou cada ser humano com habilidade para alcançar os píncaros da perfeição. Conclamou o homem a fazer todos os esforços para viver uma boa vida nesse mundo para alcançar a vida eterna.

Nessa jornada difícil e cheia de desafios, do homem, do pó até o divino, Deus não desampara a humanidade nem a deixa entregue a ela só. Deus escolheu, dentre suas criaturas as mais excelentes, para serem Seus profetas e guiar a humanidade.

Todos os Profetas ensinam que sirvamos a Deus, que amemos nossos irmãos, que busquemos a justiça e o amor na sociedade humana. Jesus, Filho de Maria, é portador de justiça, de amor pelos seres humanos. Ensina a lutar contra a tirania, a discriminação e a injustiça.

Todos os problemas que têm atormentado a humanidade ao longo do tempo surgiram porque a humanidade escolheu um caminho do mal e esqueceu a mensagem dos Profetas.

Hoje, quando a humanidade enfrenta muitos problemas e uma sucessão de crises complexas, as causas radicais podem ser encontradas na rejeição, pela humanidade, dessa mensagem – especialmente na indiferença de alguns governos e potências, que não consideram os ensinamentos dos Profetas divinos, sobretudo os ensinamentos de Jesus Cristo.

As crises na sociedade, na família, crises de moralidade, de política, de segurança e na economia, que tornaram a vida tão dura para a humanidade e continuam a pressionar todas as nações surgiram porque os Profetas foram esquecidos, esqueceu-se o Altíssimo e alguns líderes afastaram-se de Deus.

Se Cristo voltasse hoje à terra, sem dúvida lutaria ao lado dos que se opõem à ambição do poderosos, aos que invadem e saqueiam, por ambição expansionista.

Se Cristo voltasse hoje à terra, sem dúvida ergueria a bandeira da justiça e do amor à humanidade contra os senhores-da-guerra, os que ocupam pela violência, os terroristas, os que por todo o planeta atormentam os homens e mulheres e tornam impossível a vida.

Se Cristo voltasse hoje à terra, sem dúvida lutaria contra as políticas de tirania que dominam a economia e os sistemas políticos globais, como Ele fez durante o tempo que viveu entre os homens.

A solução para os problemas de hoje é voltar a ouvir o chamamento dos Profetas divinos – foram mandados pelo Altíssimo para o bem da humanidade.

Hoje, o desejo geral de todas as nações clama por mudanças fundamentais. Essas mudanças já estão em andamento. Clama-se por mudança, clama-se por transformação, clama-se por uma volta aos valores humanos. Esses clamores escutam-se, em todas as nações do mundo.

É preciso encontrar resposta real e verdadeira a esses clamores. Pré-requisito para a mudança é encontrar novos objetivos, intenções, metas. Não basta mudar a embalagem dos mesmos objetivos de tirania e poder, para reimpô-los, em pacote mais atraente e mais falso, às nações, outra vez. O povo, desperto, erguer-se-á contra todos, outra vez.

Felizmente, hoje, quando crescem as crises e o desespero, ergue-se também uma onda de esperança. Esperança de melhor futuro, esperança de que consigamos estabelecer justiça, esperança de verdadeira paz, esperança de que surjam líderes virtuosos, que amem o povo e desejem servi-lo – isso é o que nos prometeu o Altíssimo.

Cremos que Jesus Cristo voltará, com um dos filhos do Mensageiro do Islam, para guiar o mundo na direção do amor, da fraternidade e da justiça.

Cabe aos que crêem em Cristo e nas fés abraâmicas preparar o caminho para que se cumpram as promessas divinas e para o momento em que começará essa idade de alegria, de felicidade e maravilhamento.

Espero que o desejo comum de todas as nações una-se então, nesse futuro não muito distante, e que, por graça do Divino Deus, o mundo entre nesses novos tempos.

Mais uma vez, congratulo-me com todos e com cada um, nesse aniversário do nascimento de Jesus Cristo. Rezo para que o Novo Ano seja ano de felicidade, prosperidade e irmandade entre todos os homens. Desejo a todos sucesso e felicidade."

* tradução do inglês de Caia Fittipaldi


Vilemar F.Costa

sábado, 27 de dezembro de 2008

Tudo se mantém igual...

THE SABBATH REST by Samuel Hirszenberg (1866-1908). Oil on canvas 1894


Lc 23:54 E era o dia da Preparação, e amanhecia o sábado.

Contextualizando... Era Páscoa, dia dos Pães Asmos. Festa Religiosa.
Porém Jesus acabara de ser crucificado. Se observarmos bem, por exemplo, em Lc 23:49 "E todos os seus conhecidos, e as mulheres que juntamente o haviam seguido desde a Galiléia, estavam de longe vendo estas coisas". Viam de longe Jesus ser crucificado, batiam em seus peitos, mas quando o espetáculo acabou (vv 23:48), a festa religiosa ainda estava lá, mais importante que o fato que acabara de acontecer, pois "repousaram no sábado, conforme o mandamento". 
É triste ver como a religiosidade estava incutida no inconsciente coletivo dessa sociedade. Seguiam de longe Jesus. Viam-no de longe. Deixaram Jesus sozinho.
E não aprenderam nada. 
Foi-se o espetáculo e a Festa Religiosa voltou a ser o foco. Elas precisavam (criam nisso) preparar as especiarias e óleos para embalsamarem Jesus (que coisa faraônica!), pois ele havia morrido e tudo se acabara, não tinham entendido o propósito de sua morte. Todos os discípulos cabisbaixos e decepcionados, pois seu Messias (político) havia sido derrotado pela morte, era nisso que pensavam os discípulos, continuando cegos à mensagem d´Ele (vide a passagem dos discípulos no caminho para Emaús).
E nós? Passou-se o Natal e tudo bem. Já imaginaram um Natal sem haver troca de presentes? Sem Papai Noel
Um Natal onde apenas celebrar-se-ia o nascimento de Jesus... Nós daríamos um presente sim, mas somente a Ele: nossos corações, nossas vidas.
Sem querer, onde uma ideologia dominante nos afastando de Deus (o inimigo é mesmo sujo, ou, como diria meu amigo Denis Cambalhota, é Xujo, é um gnomo xuuujo!) e fazendo ensinar um Natal contrário ao propósito de Deus! Sai!! 
Preocupamo-nos em enfeitar nossas casas, comprar árvore de Natal e deixá-la toda bonita, muitos presentes para todos os queridos e visitas, ver o Papai Noel nos shoppings (ou melhor São Nicolau, Santa Claus) e, sem querer, adorá-lo, pois Natal sem papai noel não existe (pergunte para as crianças), natal é do papai noel, não é de Jesus (tá quase isso...). Ah! Sem falar que quem criou a imagem de Papai Noel foi a Coca-Cola... Cara, que consumismo mais bestial! Que coisa do inimigo estampada na nossa fronte... e nós adoramos a imagem da besta, mas, sem querer ? Será que é porque seguimos Jesus apenas de longe, vimos Ele apenas de longe? Damos preferência à religiosidade? Às festas religiosas?
Na Páscoa é a mesma coisa: coelhinho pra cá e pra lá, mas tem que ter chocolate.
Ou seja, o povo de Deus continua não aprendendo nada, e deixando Jesus sozinho na cruz. 
Afinal, Natal se foi, agora nos focaremos nas comemorações de Ano Novo.
Porque Jesus não nasce em nossos corações todos os dias? Natal todo dia!! WooW!! Nos darmos (isso mesmo, nós mesmos nos darmos) a Ele toda manhã, no mínimo!!! 

Jo 17:24 Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me hás amado antes da fundação do mundo.

Não siga de longe, não deixe-O sozinho na cruz, não O negue.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Jesus educava...


Intriguei-me com um texto que li outro dia do Pedro Demo e que me levou a refletir seriamente sobre algumas coisas.
Algo muito sério que tenho me deparado nos textos filosóficos e teológicos é a grande preocupação em utilizar-se os termos corretos para o que realmente se quer dizer. Por que "realmente o que se quer dizer"? Em cada palavra, se pesquisada sua origem etimológica e sua origem "política", enxergaremos claramente as entrelinhas. Cada palavra, cada termo, é carregado de pensamentos ideológicos, isso todos nós sabemos, mas então o que me provocou? 
Lendo "O Evangelho de Lucas: O Êxodo do Homem Livre" de Josep Rius-Camps, percebi, no discurso deste autor, uma preocupação latente com as ideologias que circundam o ser humano, a sociedade. Nota-se, da Capo ao fine no evangelho de Lucas, um cuidado extremo em utilizar termos corretos para não confundir a ideologia transmitida em determinado trecho. Um exemplo: Lucas 8:22-26  evita dizer que Jesus atravessou o MAR, como escrito por Marcos em 4:39, substituindo por LAGO para não dar a entender que Jesus realizou algum tipo de êxodo ao paganismo, pois MAR indica êxodo, ou mesmo, saída. Outro exemplo: para Camps, todas as vezes que Jesus repreende os discípulos (que são muitas por sinal!), na verdade não repreende os discípulos propriamente ditos, mas os demônios (ideológicos) que apossaram toda uma comunidade que para ser libertada, necessita que o novo Israel (representado pelos 12 discípulos) estivesse livre de toda ideologia contrária ao plano de Deus, como o messianismo político encrustado nos discípulos e na religiosidade presente. 
Mas o que mais me fez refletir no texto de Pedro Demo, no livro "Ranços e Avanços da Nova LDB" foi a questão do EDUCAR X ENSINAR. No Aurélio, ENSINAR está como "transmitir conhecimentos; adestrar" (!) que nos indica que ENSINO é um mero adestramento, sendo assim, fica condicionado (literalmente) a repetições mecânicas e que não levam a reflexão. De tal forma, Demo analisou a LDBE 9394/96 e constatou a armadilha ideológica que ainda nos desarma e nos aliena. Pensemos nos termos: primeira etapa da educação: EDUCAÇÃO INFANTIL; segunda etapa da educação: ENSINO FUNDAMENTAL; terceira etapa: ENSINO MÉDIO; seguindo para o ENSINO SUPERIOR. Educação só na primeira etapa, o resto é ensino mesmo, sem despertar a capacidade reflexiva e crítica do indivíduo. EDUCAÇÃO no Aurélio: "processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral do ser humano". Educação é PROCESSO, não é um fim em si mesmo! E vista de forma global: desenvolver a globalidade do ser humano, não só o cognitivo-acumulativo! O Evangelho se preocupa inclusive com isso: crescendo em estatura e sabedoria - desenvolvimento global do ser humano! 
Por isso temos que nos atentar às nossas traduções da Bíblia que nos trazem termos que não condizem com a verdade ideológica. Jesus EDUCAVA, não ensinava, pois educar implica respeitar o tempo de cada um, sabendo que o contexto social influi no seu desenvolvimento, avaliando processualmente (leia Jussara Hoffmann e Cipriano Luckesi) e mostrando situações de aprendizagem com aquilo que era tangível para as pessoas, aquilo que era concreto e vivenciado pelas pessoas de sua época, incentivando a ter experiências concretas com Deus, não ficando somente no abstrato. Jesus era sócio-construtivista-cultural-histórico-interacionista.  Jesus sempre mostrou a importância da reflexão, do pensar, da criticidade, conhecendo a verdade para nos libertar. Libertar da ignorância e da alienação, grandes inimigos dos planos de Deus. 

Pensar e Deixar Pensar.....  

Veja IJo 4:6

Pax

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Roubo....

PESSOAL, UM GRANDE AMIGO MEU, O MANOEL CARLOS, FOI ASSALTADO NO SÁBADO PASSADO, DIA 13 E LEVARAM O EQUIPO DELE. ALGUMA NOTÍCIA, AVISEM-NOS... TEM O FONE DELE NO FINAL DA LISTA... 
ELE É BROTHER, DA IGREJA (OU MINISTÉRIO) ALÉM DO VÉU...
SE TIVEREM ALGO DISTO PARA DOAR OU VENDER NUM PREÇO BACANA, ACEITAMOS TB!!!
DEUS ABENÇOE A TODOS....

> Olá a todos, no sábado, dia 13, ao voltar do trabalho,
> tive meus
> equipamentos de som roubados.
> Segue uma lista do que foi levado. 
> Caso alguém tenha alguma notícia, por favor me avisem....

> Mesa de som Roland de rack modelo M-12E
> Notebook Sony Vaio cinza modelo VGN-K70B
> Placa de som M-Audio Firewire FW1814
> Conversor ADA-8000 da Beringer (alguns chamam de expansor
> para aparelhos
> digitais, para aumentar canais....)
> Potencia de fone powerplay HA-4700 Behringer
> Teclado de rack Alesis modelo QSR
> Fone de ouvido portapró da Koss
> Pedal AB da boss modelo FS-6
> Pedal de expressão da Roland modelo EV-5
> Cartão de memória do tipo compact flash com adaptador
> para conexão PCMCIA
> (usado em teclados...)
> 2 pedais de sustain, um da marca Cherub outro da Onner
> Cartão de timbres para o teclado QSR
> Duas malas azuis com cabos (em uma das malas estão
> bordadas as letras LC em
> azul claro, a outra é um logotipo escrito em amarelo sobre
> um fundo
> branco...)
> Case de 4 unidades da SKB (com dois furos na tampa traseira
> que eu fiz para
> fixar uma extensão de tomadas branca, vários furos na
> parte interna do rack
> que foram usados para fixar as fontes dos periféricos...)
> Case de 2 unidades forrado em pano preto da SolidSound

> QQ informação liguem para 9844-8997 ou 4367-4019...
> Se puderem repassem esse email....

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

complexus


Tudo está interligado, tudo é e sempre foi interligado... como uma rede...

complexus... Morin
ecologia da ação
toda ação depende da contextualização, pois o que gera o resultado é o processo
a verdade de uma pessoa então torna-se mais verdade ainda para uma sociedade
ecologia da ação pedagógica:
educar, ao invés de ensinar
uma verdade só torna-se verdade quando contradita
conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará
liberdade não de, mas do pensar
liberdade distante da libertinagem
ideológica
revolução, somente INTELECTUAL
e concreta
amorosidade
oração
intercessão
tudo conectado todos conectados
unidade
um só corpo
um só CABEÇA
desalienar
AD-OR-AÇÃO
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