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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

TCC....


Pois é, último semestre do curso de Pedagogia (licenciatura plena) e começo a escrever o tcc, que será em formato de artigo científico. E ainda não tenho absoluta certeza sobre o que discorrer; pensei, a priori, sobre a questão da Linguagem Musical e sua contribuição para o despertar da expressão do indivíduo, do seu Eu interior, passando da condição do estar-em para a condição de ser-no mundo, visto que a música (como Educação Musical, não àquela dada pelos especialistas, mas àquela que os professores depositam na cabeça das crianças) - bem como os professores - está engessada, atada e fragmentada. É visível a inexpressividade dos seres humanos dessa nossa sociedade contemporânea (ou pós-moderna, como outros preferem). O ser humano está desafinado em relação ao mundo. Os espaços, que outrora eram proporcionais à quantidade de habitantes do local, hoje são um grande amontoado de seres humanos que vivem a cotidianeidade de sua inexpressiva e alienada existência. Vemos as crianças das escolas sem espaço para desenvolverem a habilidade da expressão corporal, e, somado a isto, ficam incapazes de expressar-se, com desenvoltura, oralmente. Tal expressividade, ou expressão, que é subjetiva, é trazida à tona pelas artes, que busca um retorno à essência, praticamente fenomenológica (vide Husserl). Se considerarmos H. Gardner e suas inteligências múltiplas, a música enquadra-se em uma delas, e, ainda mais, considerando a complexidade do ser e sua indivisibilidade (vide Morin) todas as inteligências devem ser desenvolvidas, somente assim pode-se considerar o desenvolvimento global do aluno. Porém , com este monte de influências consumistas e alienantes, as crianças estão perdendo seu direito de desenvolveram a expressão do seu Eu interior, ficando com corpos que não se expressam, bocas que não falam, sentidos que não sentem.

Muito doido isso...

Mas tem algo que me incomoda também e estou a ponto de escrever meu artigo sobre isso: diversidade.
Fala-se tanto em diversidade, mas poucos, pouquíssimos, falam sobre a diversidade real. Muito se fala superficialmente sobre a diversidade, literalmente superficialmente. Acabam por considerar a diversidade um fator externo, como credo, etnia, cor, posição social e outros fatores que são apenas carcaças. Até uma cantora amiga minha, Mariane Mattoso (estamos gravando o CD dela) comentou sobre isso: "Ah, então se tivermos uma classe só de loirinhos ricos, ou uma classe só de negros pobres, não haverá diversidade?!?"
A diversidade também é subjetiva! Se lembrarmos de Vygotsky, o social, o contexto, influencia na formação do ser humano, mas pensemos: cada ser humano possue uma vivência, um repertório de vida! A subjetividade, inata no ser humano, faz com que todos nos tornemos iguais no simples fato de todos sermos diferentes e reagirmos de forma diferente às situações! Isso mostra-nos a real subjetividade. E por aí vai...

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