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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Acusações falsas contra KOINONIA e comunidade do Horto

extraído de: http://www.koinonia.org.br/comunicacao-noticias-detalhes.asp?cod=1540

Acusações falsas contra KOINONIA e comunidade do Horto


KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço está sendo usada, mais uma vez, como bode expiatório para denúncias infundadas contra populações sujeitas a preconceito social e racial e sob ameaça de deslocamento compulsório, agora ao custo de argumentos ambientais sustentados na desinformação.
Uma série de matérias jornalísticas e de opinião contrárias à permanência da comunidade do Horto (bairro do Jardim Botânico, Rio de Janeiro – RJ) em suas terras, publicadas pelo “O Globo”, “Extra” e o “O Estado de São Paulo” (versões impressas e virtuais) nos primeiros dias de dezembro, optam pela difamação e difusão de mentiras e pelo tom de denúncia, com base em informações deturpadas retiradas de ante-projeto elaborado por KOINONIA, por solicitação da AMAHOR ( Associação de Moradores do Horto).
Já estamos acostumados com matérias irresponsáveis desse tipo, que juntam meias-verdades com inverdades para repetir mentiras e sem nenhum espaço para outras perspectivas sobre o mesmo tema. Estamos acostumados a ver nosso direito de resposta negado. Estamos acostumados a sermos citados sem sermos devidamente entrevistados ou consultados.
Nessas matérias difunde-se que:

KOINONIA teria sede em Greenville, na Carolina do Norte (EUA). Na realidade somos uma associação sem fins lucrativos brasileira, sediada no Rio de Janeiro – RJ, como pode ser visto no nosso site www.koinonia.org.br.

KOINONIA teria por objetivo “entronizar as invasões do Jardim Botânico”. A situação dos moradores não caracteriza invasões, mas ocupações cujo início remete há quase um século, tendo origem em formas variadas e legitimas, que só há poucos anos começaram a ser questionadas pela administração do Jardim Botânico.

O Museu do Horto “Tem R$ 1,8 milhão para se instalar e quase a metade de seu orçamento reservada ao pagamento do pessoal que, mesmo trabalhando pela causa, não é de ferro”. Na verdade não há qualquer financiamento aprovado. E se tivesse, implicaria, de fato, no pagamento de um grande grupo de especialistas profissionais em atividades temporárias, que, como qualquer trabalhador, inclusive articulista de jornal, deve ser adequadamente remunerado por seus serviços.

KOINONIA é financiada por “até um Fundo Mundial para o Socorro dos Primatas”. Neste caso, o arremedo de pesquisa realizada pelo competente jornalista erra na tradução, dando um tom cômico à tragédia: trata-se do “Primate’s World Relief and Development Fund - PWRDF (www.pwrdf.org) que, em bom português, seria melhor traduzido como Fundo Mundial do Primaz (da Igreja Anglicana do Canadá) para Ajuda Humanitária e Desenvolvimento.

KOINONIA apoiaria “não é de hoje, “grupos histórica e culturalmente vulneráveis para todas vocações catequéticas”. Aqui vale uma nota sobre a ignorância do jornalista sobre o significado do Movimento Ecumênico, que não inclui qualquer tipo de atuação catequética ou proselitista, mas justo a promoção da convivência e do diálogo entre as religiões. Além disso, a palavra grega koinonia (comunhão) é de livre uso, sendo utilizada até mesmo por churrascarias de beira de estrada, que não são de propriedade da nossa associação sem fins lucrativos. Essa ignorância, aliás, deve ser a fonte dos erros grosseiros que nos atribuem sede na Carolina do Norte e a idéia de que somos “uma igreja em movimento pelo, para e via o poder de Deus”.

KOINONIA “Instalou-se como tal no Brasil em 1994”. Na realidade, KOINONIA foi fundada nesse ano por brasileiras e brasileiros de diferentes tradições religiosas com longa tradição na luta pelo fim da ditadura e pela democracia no Brasil.

KOINONIA teria prometido à candidata Dilma Rousseff “o apoio da “População Negra” e agendado com a candidata um encontro formal com os representantes nacionais do Povo Tradicional de Terreiro, após as eleições”. Nesse caso, o articulista toma como palavras da instituição os termos de um dos vários documentos de organizações religiosas divulgados no site da instituição, justamente em seu trabalho de dar espaço para manifestações bloqueadas pela grande mídia.

KOINONIA teria “um pacto de apoio incondicional à titulação fundiária dos quilombos, em sua acepção mais vaga - a da semântica antropológica, que ultimamente passou a considerar quilombo tudo o que se diz quilombo”. Na verdade KOINONIA tem um compromisso social com a causa quilombola, na forma pela qual ela se manifesta hoje, tanto na sua definição por parte do movimento social quanto nas pesquisas acadêmicas e na legislação vigente. Portanto, a definição de quilombo, aceita por KOINONIA, não é arbitrária, mas está submetida a uma série de critérios de legitimação que o jornalista poderia conhecer se tivesse interesse.

“Talvez esteja em gestação um quilombo do Horto”. Sobre isso declaramos que KOINONIA não conhece nem apóia qualquer demanda dessa natureza no Horto.

10. “Por enquanto, a ideia do Museu do Horto está limitada a um site criado pela Associação de Moradores e Amigos do Horto (www.museudohorto.org.br)”. Aqui, finalmente, há a explicitação da má informação veiculada pelas matérias mencionadas, que implica na confusão entre duas iniciativas convergentes, porém, separadas. O projeto do Museu do Horto, que hoje está em funcionamento no citado site, não é de responsabilidade de KOINONIA, mas de pesquisadores ligados ao IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus). O ante-projeto preparado por KOINONIA para a AMAHOR implica em outras intervenções, além do apoio ao Museu: projetos de contenção de encostas, paisagísticos, de ajuste ambiental, inclusão digital e geração de renda, e melhoria da qualidade de ensino nas escolas que atendem à população.



Tais confusões parecem ter um mesmo objetivo: apresentar na forma de denúncia um projeto de promoção social e ajuste ambiental justamente para inviabilizar a aprovação de seu financiamento e sua realização final.



Nestes tempos de ocupação policial-militar e necessidade de chegada do Estado às comunidades que, por mais de 30 anos estiveram largadas ao desmando, era de se esperar que iniciativas de comunidades urbanas para conterem o crescimento desordenado, garantir uma convivência ecológica com a natureza em seu entorno e conceber uma urbanização humana e respeitosa, fossem elogiados.



A apresentação de um fantasma no Jardim Botânico, na forma de um Museu, aponta para o pânico generalizado que a cobertura jornalística promove na atual ocupação do Complexo do Alemão. São todas comunidades que estão “onde não deveriam estar”, segundo estes meios de comunicação que não são formadores de opinião, mas monopolizadores dos meios de produzir opinião. Denuncia-se um propósito comunitário de convivência com o meio ambiente, de educação qualificada e de projeto de cidadania como se fosse um demônio a ser exorcizado, e junto com ele, toda a comunidade e seus amigos.



As únicas acusações que KOINONIA aceita são as de estar ao lado de quilombolas, de negros e de terreiros de candomblé. Acusações como essas só confirmam que estamos do lado e no caminho certos.







Rafael Soares de Oliveira



Diretor Executivo de KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço







LINKS MATÉRIAS



O GLOBO em 01/12/2010



http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/12/01/comunidades-do-horto-buscam-patrocinio-para-construcao-de-museu-923163457.asp



O GLOBO em 02/1’2/2010: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/12/02/pt-rj-vai-discutir-conflito-fundiario-entre-horto-jardim-botanico-923168539.asp



BLOG DO RICARDO NOBLAT em 07/12/2010 - Texto de MARCOS SÁ:



http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/12/03/so-falta-um-quilombo-no-jardim-botanico-346417.asp



JORNAL ESTADÃO – MARCOS SÁ CORREA em -3/12/2010:



http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101203/not_imp648831,0.php



JORNAL EXTRA em 01/12/2010



http://extra.globo.com/rio/materias/2010/12/01/comunidades-do-horto-buscam-patrocinio-para-construcao-de-museu-923164168.asp





















Autor: Márcia Evangelista

Data: 8/12/2010

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Rio será sede dos Mundiais da Juventude de 2011

Este é um texto de Giovanni Vescovi, enxadrista. Transcrevo-o aqui pois fiquei extremamente feliz em ver o nome de meu irmão citado no artigo! O nome dele é Igor Steinhoff (deixei em negrito), e foi um ótimo enxadrista, viajando o mundo competindo por este esporte e por este país. Lembro de minha mãe correndo atrás de patrocínio, e algumas vezes a prefeitura de SBCampo colaborou com despesas de viagens, mas patrocinador mesmo, só meu pai. Em um país que nenhum esporte é valorizado, com exceção do futebol -super valorizado - imaginem como se dava em relação ao xadrez na década de 90. Eu até tentei jogar, mas o talento ficou por conta de meu irmão mesmo. Enquanto eu ganhava uma partida aqui, outra ali, meu irmão ganhava um campeonato brasileiro aqui, um sulamericano ali, outro panamericano acolá! Eu desisti! E ele? Também. Hoje ele é engenheiro, da Nextel por sinal, formado pela POLI-USP, casado com a Mari, minha cunhada gente finíssima.

Deus é bom!


por Giovanni Vescovi, blogueiro do ESPN.com.br


Conforme informação do site da Confederação Brasileira de Xadrez, o Rio de Janeiro sediará os Campeonatos Mundiais de 08 a 18 anos em 2011. A decisão foi tomada por unanimidade no 80º Congresso da FIDE, realizado entre os dias 12 e 17 deste mês em Halkidiki, na Grécia.




Esta é mais uma importante conquista para o esporte brasileiro, e para o xadrez. Com os olhos da comunidade internacional voltados para a Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016, a responsabilidade para os organizadores deste Mundial de 2011 é maior. Local de jogos, segurança, transporte, rede hoteleira e alimentação de primeira qualidade são a ordem do dia.



No entanto, esses são problemas materiais de fácil resolução (com o devido apoio financeiro, é claro). Minha preocupação maior é com a participação de nossos representantes e jovens talentos. Se por um lado é muito bom ter um Mundial realizado no Brasil, por outro lado todo esse esforço pode ser desperdiçado se não for feito um bom trabalho de base e de alto rendimento nesses dois anos.



Na década de 1990 o Brasil sediou vários Mundiais e Panamericanos, mas naquela época tínhamos atletas de alto nível e que eram favoritos nos Panamericanos e até mesmo em Mundiais. Basta lembrar alguns nomes como Tatiana Duarte, Roberto Watanabe, Rafael Leitão, Giovanni Vescovi, Igor Steinhoff, Tatiana Ratcu, Marina Ramos, Cássio Faria, Rodrigo Fernandez. Vale lembrar que o Rafael não venceu o Mundial sub 16 de 95 por pouco, e em 94 eu também deixei escapar o Mundial Juvenil (sub 20) e acabei ficando com o bronze. Hoje a realidade é diferente, e os grandes favoritos nos Panamericanos são os peruanos, venezuelanos, norte-americanos e argentinos. Se mal conseguimos uma ou outra medalha no Pan, no Mundial nossa participação é ainda mais modesta.



Para ilustrar melhor o pensamento, em 2006 estive na China como representante da equipe do resto do mundo no desafio contra a equipe chinesa masculina, que era a vice-campeã olímmpica. Na ocasião lembro que comentavam a possibilidade de a China sediar a Olimpíada de xadrez, e a resposta dos dirigentes foi: “Nós ainda não somos os melhores”. Embora haja um certo exagero nesta posição, mostra a preocupação em fazer um trabalho completo, como nos Jogos Olímpicos de Pequim. Nós, brasileiros, somos mais flexíveis: nem tanto trabalho... mas nem tanta festa!

Uma sobrevivente da visão celular de Rene Terra Nova conta TUDO!

Uma sobrevivente da visão celular de Rene Terra Nova conta TUDO!

Roselaine Perez

Eu tive que digerir depressa demais o amontoado de quesitos que a Visão Celular possuía, parecia que tinha mudado de planeta e precisava aprender o novo dialeto local, e urgente, para conseguir me adaptar.
Ganhar / consolidar / discipular / enviar, almas / células/ famílias, Peniel, Iaweh Shamá, honra, conquista, ser modelo, unção apostólica, atos proféticos, mãe de multidões, pai de multidões, conquista da nação, mover celular, riquezas, nobreza, encontro, reencontro, encontros de níveis, resgatão, Israel, festas bíblicas, atos proféticos, congressos, redes, evento de colheita, prosperidade, recompensa, multidão, confronto, primeira geração dos 12, segunda geração dos 12, toque do shofar, cobertura espiritual, resultado, resultado, resultado, etc...
Era início do ano de 2002 quando fomos a Manaus, eu e meu marido, para recebermos legitimidade, enquanto segunda geração dos 12 do Apóstolo Renê Terra Nova no estado de São Paulo.As exigências eram muitas e muito caras:
Compra do boton sacerdotal num valor absurdo.
Hospedagem obrigatória no Tropical Manaus, luxuoso resort ecológico, às margens do Rio Negro, não um dos mais caros, mas “O” mais caro de Manaus (conheci Pastores que venderam as calças para pagar 2 diárias no tal resort e outros que deixaram a família sem alimentos para entrar na fila dos zumbis apostólicos, num Thriller nada profético).Trajes de gala Hollywoodianos. Participação obrigatória num jantar caro da preula após a cerimônia, tendo como ilustre batedor de bóia nada menos que o Apóstolo Renê e seus cupinchas. Tudo isso para ter a suprema dádiva de receber a imposição de mãos do homem, com direito a empurradinha na oração de legitimação e tudo ( uhuu!).

Nem mesmo em festa de socialite se vê exageros tão grandes em termos de exibição de jóias, carros, roupas de grife e todo tipo de ostentação escandalosa.
Hoje, sem a cachaça da massificação na cabeça, sinto vergonha e fico imaginando como Jesus seria tratado no meio daquela pastorada.
Ele chegaria com sandálias de couro, roupa comum, jeito simples, não lhe chamariam para ser honrado, nem tampouco perguntariam quem é o dono da cobertura dele , pois deduziriam que certamente dali ele não era.
Estive envolvida até a cabeça – porém não até a alma – na Visão Celular durante quase 5 anos, em todas as menores exigências fui a melhor e na inspiração do que disse Paulo "...segundo a justiça que há na lei dos Terra Nova, irrepreensível."
Entreguei submissão cega às sempre inquestionáveis colocações e desafios do líder, sob pena de ser rebelde e fui emburrecendo espiritualmente.
Me pergunto sempre por que entrei nisso tudo e depois que este artigo terminar talvez você me pergunte o mesmo, mas minha resposta tem sempre as mesmas certezas:
-->  Todos nós precisamos amadurecer e, enquanto isso não acontece, muitas propostas vêm de encontro às fraquezas que possuímos e que ainda não foram resolvidas dentro de nós.
A partir da minha experiência pude enxergar as três principais molas propulsoras que fazem funcionar toda essa engrenagem:
1) A lavagem cerebral
A definição mais simples para lavagem cerebral é “conjunto de técnicas que levam ao controle da mente; doutrinação em massa”.
Em todas as etapas da Visão Celular se pode ver nitidamente vários mecanismos de indução, meios de trabalhar fortemente as emoções onde o resultado progressivo desta condição mental é prejudicar o julgamento e aumentar a sugestibilidade.

Os métodos coercivos de convencimento, os treinamentos intensos e cansativos que minam a autonomia do indivíduo, os discursos inflamados, as músicas repetitivas e a oratória cuidadosamente persuasiva são recursos que hoje reconheço como técnicas de lavagem cerebral, onde há mudanças comportamentais gradativas e por vezes irreversíveis.
2) Grandezas diretamente proporcionais
O Silvio Santos manauara é uma incógnita.Se em por um lado ele é duro e autoritário, noutro ele é engraçado, carismático e charmoso. Num dos Congressos em Manaus, me levantei da cadeira para tirar uma foto dele, que imediatamente parou a ministração e me chamou lá na frente. Atravessei o enorme salão com o rosto queimando, certa de que iria passar a maior vergonha de toda a minha vida, que o “ralo” seria na presença de milhares de pessoas e até televisionado.Quando me aproximei não sabia se o chamava de Pastor, Apóstolo, Doutor, Sua Santidade ou Alteza, mas para minha surpresa ele abriu um sorriso de orelha a orelha e fez pose, dizendo que a foto sairia bem melhor de perto. A reunião veio abaixo, claro, todos riam e aplaudiam aquele ser tão acessível e encantador.
Acontecimentos assim, somados à esperta e poderosa estratégia de marketing que Terra Nova usa para transmitir suas idéias, atraem para ele quatro tipos de pessoas:
As carentes de uma figura forte (o povo simples que chora ao chamá-lo de pai).
 As que desejam aprender o modelo para utiliza-los em seus próprios ministérios falidos.
Aquelas que desejam viver uma espécie de comensalismo espiritual, que vivem de abrir e fechar notebooks para ele pregar, ganhando transporte e restos alimentares em troca, as rêmoras da Visão.
As sadomasoquistas espirituais. É tanta punição, tanto sacrifício, tanta submissão, que fica óbvio que muita gente se adapta a esse modelo porque gosta de sofrer. As interpretações enfermas do tipo “hoje eu levei um peniel do meu discipulador, então me agüentem que lá vou eu ensinar o que aprendi.”, eram a tônica das ministrações.
Pode acreditar que essas quatro classes de pessoas representam a grande maioria.
3) A concupiscência da carne, concupiscência dos olhos e a soberba da vida
O conceito da Visão Celular mexe demais com o ego, é sedutor, encantador, promissor, põe a imaginação lá no topo, puro glamour. A ganância que existe dentro do ser humano é o tapete vermelho por onde a desgraça caminha. Essa tem sido uma das causas pela queda de tantos e tantos pastores, por causa das promessas de sucesso rápido e infalível.
Renê não sabe com quem está lidando, mas é com gente!

Ele talvez ignore (não que ele seja ignorante) que cada ser humano é um universo e que as informações vão reproduzir respostas completamente inesperadas em cada um.
EU ASSISTI, na terra do Terra Nova, o “tristemunho” de uma discipuladora que, para confrontar e educar uma discípula, havia chegado à loucura de bater nela, para que a mesma parasse de falar em morrer. Esse é o argumento dos incapazes, dos que não conseguem levar cada triste, cada suicida ou deprimido às garras da graça de Cristo, mas que querem se fazer os solucionadores das misérias do povo.
Eu tenho até hoje péssimas colheitas dessa péssima semeadura, assumo meus erros e me arrependo profundamente de cada um deles:
- Quase perdi Jesus de vista
- Minha família ficou relegada ao que sobrava de mim.
- Minha filha mais velha, hoje com 23 anos, demorou um bom tempo para me perdoar por eu ter repartido a maternidade com tantas sanguessugas que me usavam para satisfazer sua sede de poder.
- Minha mãe teve dificuldade para se abrir comigo durante muito tempo porque, segundo ela, só conseguia me ver como a Pastora dura e ditadora. Tenho lutado diariamente para que ela me veja somente como filha.
- Fui responsável por manter minha Igreja em regime escravo (mesmo que isso estivesse numa embalagem maravilhosa), por ajudar a alimentar a ganância de muitos, por não guardá-los dessa loucura.
- Colaborei com a neurotização da fé de muitos, por causa da perseguição desenfreada pela perfeição e por uma santidade inalcançável.
- Fiquei neurótica eu mesma, precisando lançar mão de ajuda psicológica devido a crises interiores inenarráveis, ao passo que desenvolvia uma doença psíquica de esgotamento chamada Síndrome de Burnout*, hoje sob controle.
- Vendi a idéia da aliança incondicional do discípulo com o discipulador, afastando sutilmente as pessoas da dependência de Deus.
- Invadi a vida de muitos a título de discipulado, cuidando até de quantas relações sexuais as discípulas tinham por semana, sem que isso causasse ofensa ou espanto.
- Opinei sobre o que o discípulo deveria comprar ou não, tendo “direito” de vetar o que não achasse conveniente. A menor sombra de discordância por parte do discípulo era imediatamente reprimida, sem qualquer respeito. Quando isso acontecia os demais tomavam como exemplo e evitavam contrariar o líder.
- Aceitei que fosse tirada do povo a única diretriz eficaz contra as ciladas do diabo: a Bíblia. Não que ela não fosse utilizada, mas isso era feito de forma direcionada, para fortalecer os conceitos da Visão. Paramos de estudar assuntos que traziam crescimento para nos tornarmos robôs de uma linha de montagem, manipuláveis, dogmatizados.
- Fomentei a disputa de poder entre os irmãos ignorando os sentimentos dos que iam ficando para trás.
- Perdi amigos amados e sofri demais com estas perdas. Alguns criaram um abismo de medo, que é o de quem nunca sabe se vai ganhar um carinho ou um tapa, um elogio ou um peniel, mas sei que esse estigma está indo embora cada vez mais rápido. Outros me abandonaram porque não aceitaram uma Pastora normal, falível e frágil. Eles queriam a outra, a deusa, aquela que alimentava neles a fome por ídolos particulares.
- Dentro da Visão, nossa Igreja esteve entre as que mais cresceram e deram certo na região, mas desistimos porque, acima de todo homem e todo método, somos escravos de Cristo.
Talvez o mais difícil tenha sido a transição do meu eu, a briga daquilo que eu era com o que sou hoje até que se estabelecesse Cristo em mim, esperança da glória.
Prossigo, perdoada pelo meu Senhor, tomando minhas doses diárias de Graçamicina, recriando meu jeito de me relacionar e compreender mais as falhas alheias e as minhas próprias.
Prossigo, reaprendendo a orar e adorar em silêncio, livre dos condicionamentos, admitindo meus cansaços, me permitindo não ser infalível, sendo apenas gente...Pastoragente!
Roselaine Perez, a pastoragente para o Genizah
* SÍNDROME DE BURNOUT:Distúrbio psíquico, de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso.Se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional). Resultado de um esforço extremo, um desgaste onde o paciente se consome física e emocionalmente, passando a apresentar um comportamento agressivo e intolerante, com predileção para aqueles que mantêm uma relação constante e direta com atividades de ajuda. Ocorre geralmente em pessoas altamente motivadas, que sentem uma discrepância entre aquilo que investem e aquilo que recebem.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Racismos declarados e não declarados

extraído de http://www.metodista.org.br/conteudo.xhtml?c=10480

Neste mês da consciência negra nós negros e negras cristãos/ãs vimos a público denunciar o racismo explícito em site do grupo autodenominado SDR – Soberanos da Revolução. Este grupo prega a superioridade branca e a extinção da “raça negra”. Algumas medidas foram tomadas como: denuncia ao Ministério Público, à Comissão da OAB, ao Senador Paulo Paim.



O racismo é uma ideologia segundo a qual existe uma escala classificatória dos grupos humanos que varia entre superiores (brancos, caucasianos) e inferiores (negros).



Embora não tenha base científica esta ideologia ainda domina pensamentos, sentimentos e práticas de forma inconsciente ou consciente; de forma camuflada ou de forma declarada. O racismo atinge diretamente de forma ofensiva, discriminatória, preconceituosa a um grupo social, como no caso do racismo anti-negro.



“A prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei.” (Constituição Federal de 1988: Dos direitos e deveres individuais e coletivos, art. 5 – XLII).



Como prática de nossa cidadania cristã convidamos a todos e todas cristãos/ãs a se posicionarem contra toda e qualquer prática racista.



Contra sites racistas e outras práticas declaradamente racistas conclamamos seja feita a denuncia ao Ministério público, a comissão de Direitos Humanos das Assembléias Legislativas Estaduais e divulgação para que mais pessoas também denunciem.



Também nos declaramos contra todas as manifestações racistas por meio de preconceitos, discriminações, que se escondem através de piadas, brincadeiras e desigualdades de oportunidades que impedem a população negra de usufruir com igualdade os direitos de educação, moradia, saúde, trabalho, uso da terra, lazer, cultura e religião, e expoem principalmente as crianças e a juventude negra, a violência e a morte.



Conclamamos a todos e todas cristão e cristãs a se posicionarem contra todas e quaisquer práticas racistas que impedem o desenvolvimento saudável das crianças negras, e impedem a ascensão socioeconômica deste grupo, que constitui a maioria da população brasileira.



Conclamamos a todas as igrejas cristãs a dedicarem um dia deste mês para a reflexão, oração para que Deus sonde nossos pensamentos, sentimentos e práticas: onde escondemos nosso racismo? E que seja um dia de propósitos de enfrentamento ao racismo.



Assinam:

Pastoral Nacional de Combate ao Racismo

Pastoral de Combate ao Racismo da 1ª. Região Metodista

Juventude da Pastoral de Combate ao Racismo da 1ª. Região Metodista

Pastoral de Combate ao Racismo da 2ª. Região Metodista

Pastoral de Combate ao Racismo da 5ª. Região Metodista

Ministério de Ações Afirmativas Afro decendentes da 3ª. Região Metodista



Gostaria de assinar?

clique aqui

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Em Santo Amaro...

Estivemos, eu, Pr Edinaldo e Rev João Marcos (o Didio), na Igreja Metodista em Santo Amaro (www.igmetodista.com.br) no último dia 21/nov, dentro da programação de aniversário de 85 anos da comunidade.
A direção foi realizada pela Reva Rute Bertoldo Vieira Moraes e a palavra pelo Revo Edvaldo Lima de Oliviera.
Houve um momento de recepção de novos membros, além da celebração da Santa Ceia. Linda igreja, em todos os sentidos. Assistimos também a uma ótima aula de Escola Dominical.
Seguem algumas fotos:
IMSA
Comunidade
Pr Edinaldo Julio
Rev Joao Marcos e sua esposa, Selena

Rev Edvaldo usando a palavra

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Acústico em Rudge Ramos

 Postarei algumas fotos do Acústico & Ao Vivo, realizado na Igreja Metodista em Rudge Ramos.

Foi um lindo momento, com três apresentações belíssimas: Daiane Monteiro (IM em Pinda), Johnny Mazza e o grupo de música local.

Me chamou a atenção, em uma perspectiva geral do evento, o grupo local de música da IMRR. Certamente não é uma igreja onde possuímos músicos virtuoses ou mesmo experientes, muito menos profissionais. Diferentemente dos outros grupos que tem muitos virtuoses. Não que o virtuosismo me anime,não, pelo contrário. O que me anima é a musicalidade, o fraseado. Raramente encontro um virtuose com um belo fraseado, quem dirá no meio cristão, igrejeiro.
Mas me animou na IMRR a coesão do grupo, com arranjos simples, porém com tudo no lugar certinho. Simplicidade em termos, principalmente, harmônicos e rítmicos. E eu gosto do simples, desde que seja bem executado, e na medida (e "pedida") da canção.
Às vozes, meus parabéns pela interpretação e arranjos vocais. Aos instrumentistas, idem!

Valeu muito a pena. Deus sempre esteve à frente.

Soundcheck (eu e o Du)

Soundcheck (eu e o Du)

Momento de oração com todo o grupo e organização

Rev Marcos Munhoz abrindo o evento com sábias palavras

Visão geral

Daiane Monteiro e Ministério Sob Promessas (IM Pinda)


Johnny Mazza



Pr Mauro Maiorino em sua prédica



Yuri Steinhoff



Yuri Steinhoff e Daniel Betts




Oração da Noite

Oração da Noite




Orando por todos os envolvidos no Acústico & Ao Vivo IMRR

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Sobre amarelinhos...

Sempre fiqeui observando os "amarelinhos" e seu trabalho aqui em São Bernardo do Campo.
E chegueia conclusão: de nada servem!

Me explico.

Reparem, pelo menos aqui em meu município, que eles apenas fazem o serviço do semáforo! Quando o trâmsito está carregado, eles chegam, estacionam seus veículos em cima do gramado de pracinhas, ou em cima da calçada mesmo, atrapalhando os pedestres, e se posicionam. Então começam a apitar e gesticular apenas repetindo os sinais dos semáforos! Não conseguem pensar em uma solução imediata, para aquele momento daquele dia, de amenizar o transtorno caótico deste transito sanbernardense. Algo como segurar uma fila, segurar quando abre o semaforo para desafogar uma outra parte, essas coisas. Mas, nada!
Somente são animadores de semáforo.
E quando se circula mais pela cidade, vemos muitos veículos estacionados em lugares proibidos (como na porta da escola das minhas enteadas, onde todo dia tem um carro estacionado na fila de embarque/desembarque). E onde estão os tais "amarelinhos"? Nem vi... Nunca vi...
Para um transito mal educado, somente educando-se a partir de pessoas capacitadas e não-alienadas-que-consigam-pensar.
Mas onde estão?

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Carta Pastoral sobre Racismo: abrindo os olhos para ver e o coração para acolher

 

(do Expositor Cristão on-line)
Nas vésperas do dia da Consciência Negra, 20 de novembro, a Igreja Metodista lançou a Carta Pastoral sobre o Racismo. O Colégio Episcopal apresenta-lhes essa Pastoral, orando para que aceitem, como igreja, o desafio de remover dos relacionamentos toda sombra de parcialidade, de discriminação e de acepção de pessoas, particularmente, o racismo.

Mensagem Episcopal sobre o Racismo

"Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas" (...) "Se, todavia, fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado" Tiago 2.1,9

Você se considera uma pessoa justa? Você se opõe à discriminação (acepção de pessoas)? É possível que a maioria das pessoas goste de pensar a respeito de si mesma como imparcial e justa. A verdade, porém, é que não somos imparciais e justos como pensamos.
Temos preferências, temos "zonas de conforto" para interagir com outras pessoas. Temos mais facilidade de ter comunhão com pessoas "do nosso próprio círculo" do que com as de fora. Mas será que isso reflete a vontade de Deus para nós? E mais ainda: como podemos reagir a essa tendência?
É óbvio que Tiago, ao escrever à Igreja na dispersão, percebe a tendência à discriminação, mesmo no meio dos cristãos. Para ele, a discriminação é um elemento impeditivo para a maturidade cristã.
No primeiro capítulo de sua carta, Tiago vinha falando sobre a "religião pura". Agora ele parece afirmar que, além de visitar os órfãos e a viúvas, e de "guardar-se incontaminado do mundo", o/a cristão/ã deveria também resistir a toda forma de discriminação ou de acepção de pessoas.
Apresentamos-lhe essa Carta Pastoral, orando para que aceitemos, como igreja, o desafio de remover de nossos relacionamentos toda sombra de parcialidade, de discriminação e de acepção de pessoas, particularmente, o racismo. Assim, manifestaremos o Reino de Deus nos nossos relacionamentos.
São Paulo, 10 de outubro de 2010.

BISPO JOÃO CARLOS LOPES
PRESIDENTE DO COLÉGIO EPISCOPAL

confira a Carta Pastoral na íntegra em: http://www.metodista.org.br/conteudo.xhtml?c=10453 , além de estudo bíblica sobre o assunto!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Grande achado!

Achei este vídeo no Youtube da época que toquei na Big Band, ou orquestra, do programa da Hebe Camargo, no SBT.

Dá até pra me ver tocando baixo. Neste, acompanhamos a Alcione e o Dudu Nobre, duas figuras ótimas, musicalmente e como pessoas, humildes e carismáticos.
Permaneci neste programa por 2 anos consecutivos, um período muito bom em minha vida profissional, e que me abriu várias portas. Ao meu lado vocês podem ver o Fernando Martins, guitarrista e produtor. Nos divertíamos muito nos programas! Quem assistia sempre nos via sorrindo, prestando atenção ao que rolava no programa e às piadas que rolavam. Curtimos muito mesmo, tiramos uma onda! Somente nós dois participávamos do esquema, e por isso éramos muito filmados. Bem bacana! Não fazíamos para sermos pegos pelas cameras, mas sim porque era natural para nos.
Também tive o prazer de tocar com grandes músicos como o Cassio Ferreira, que está top hoje, e merecidamente! Conheço desde os tempos de Fundação das Artes em que tocávamos na Big Band da instituição. E muitos outros excelentes músicos. 

Muitas histórias engraçadíssimas de bastidores. E também muito "puxar de tapetes".
Mas as coisas boas ficam na memória. Curtam!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Vintage...

Esses dias tenho ouvido, novamente, muito Bill Evans Trio no album Sunday at the Village Vanguard...
O que mais me impressiona nessas faixas é o destilar poético de Scott La Faro, para mim, a maior referência em contrabaixo acústico.
Gravado em 1961, no dia 25 de junho em Nova Iorque, lá no Village Vanguard, dez dias antes do acidente que resultou na morte de Scott. Inclusive é comumente colocado no topo como o melhor album de jazz de todos os tempos, com todo o  merecimento, aliás.

A condução melodicamente criativa, e extremamente basilar para todo o contexto musical, de Scott La Faro é uma grande aula de baixo, texturas, percepção, emoção, fraseado. Somada ao impecável Paul Motian, forma a cama para Bill Evans. Particularmente tenho extrema afeição em curtir as conduções desse´baixista, mais até do que seus improvisos (não que esteja desmerecendo estes), mas não há baixista que saiba conduzir, dentro da proposta, tão bem quanto. Contemporâneo. E vintage. Timbre encorpado, definido, claro, sem esquisitices timbrísticas para ter reconhecimento. Reconhece-se pelo bom gosto, não pelo exótico. Com certeza é uma grande influencia até hoje. Possuia uma maneira muito particular de conduzir, resultando em um real diálogo com os outros músicos. Um diálogo no espectro sonoro. Uma grande inovação. Um avant-gard.

Gosto muito.

Um dos tais...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A EMESP (antiga ULM)

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A EMESP (antiga ULM)


Data: Terça-feira 09/ Novembro / 2010
Horário: 19:00h
Local: Auditório Teotônio Vilela - ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Rua: Av. Pedro Álvares Cabral, 201 - Ibirapuera
Cidade/Estado: São Paulo - SP

Audiência Pública para informar a sociedade sobre todas as
irregularidades que ocorreram e estão ocorrendo na EMESP desde que a Organização Social Santa Marcelina Cultura assumiu a administração da ULM no início de 2009.

É IMPORTANTÍSSIMO A PRESENÇA DE TODOS OS ALUNOS, EX-ALUNOS, EX-PROFESSORES, PAIS DE ALUNOS, CLASSE MUSICAL E ARTÍSTICA E TODA A SOCIEDADE.
VAMOS DEFENDER a Universidade LIVRE de Música – TOM JOBIM !!!
PARA QUE A ESCOLA VOLTE A SER REFERÊNCIA DE ENSINO MUSICAL NO BRASIL,
NÃO PRECISAMOS DE MODELOS DE ESCOLAS DO EXTERIOR
JÁ TEMOS O NOSSO MODELO BRASILEIRO HÁ VINTE ANOS.

Movimento AGORA EU VOU FALAR  LUTO PELA ULM !!!

Solicitante: Dep. Estadual Carlos Giannazi

informações: http://br.mc1106.mail.yahoo.com/mc/compose?to=alunostomjobim@gmail.com

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Alunos e ex-alunos da ULM


Pessoal, um professor da ULM mandou esse email, leiam e se manifestem. Muito séria a situação da ULM (agora EMESP). Só mostra como nosso governo atual "valoriza" nossa educação musical. Vejam a situação dos CEU´s comparando seu início e como estão agora. Em época de eleição, toda divulgação séria é válida. Espero que contribuam na divulgação desta, e tb no que o professor pede a todos. Envie textos sobre a importância deste importante instituição na vida de todos, a sua importância individual e no coletivo. 
Deixarei o professor no anonimato para que não sofra retaliações, ok?  
O pior é isso... CENSURA! Infelizmente é isso que acontece ainda nos dias de hoje. Então alunos da praticamente falida instituição de educação musical (curioso que é a mais importante) unam-se. E a classe musical, tão desunida, tem agora uma ótima oportunidade de mostrar-se e lutar por direitos. Onde está o sindicato nessas horas? 
Sim, os músicos tem um sindicato. E nesses momentos devemos nos reportar a ele, que tem a obrigação de defender não somente os direitos da classe musical, mas principalmente garantir a perpetuação de novos músicos, e isso se dá somente através da educação de qualidade. Será que o nosso deputado músico Frank Aguiar poderia nos ajudar nesta questão? Fica a provocação...


Fica o pedido: mandem textos, pode ser nos comentários mesmo, ou até para o meu email que eu repasso.


e circulem!


É o sucateamento de nossa cultura... de nossa música...


Se tiverem noticias da situação do conservatório de Tatui, nos avisem.


 "(...) não sei se vcs estão a par, mas nós (...) estamos em pé de guerra com a (...) atual organização social que está gerindo a escola (...)e os coordenadores da atual administração da nossa escola. (...) depois de milhões de cortes de vagas e professores, eles finalmente no ano que vem já pretendem reduzir a escola a 50% do que existe hoje( que é muito menos do que existia na época que vcs estudaram lá...),acabar com a unidade do Brooklin, não abrir mais vagas para a entrada de adultos...reduzir ao máximo o curso de música popular, mandando já em dezembro 50% dos professores embora...entre outras coisas, ou seja,acabar de vez com o que restou da nossa antiga ULM, que por muitos anos foi a referência (com todos os problemas que existia) do ensino de música popular em São Paulo. 
 Resumindo, se deixarmos dezembro chegar e não fizermos nada, a nossa ULM vai deixar de existir de uma vez, se tranformando numa escola fajuta de música erudita, praticamente...E não vai mais existir uma escola nem parecida com o que ela foi...e que vcs conheceram tão bem...
 Então, todos os professores estão se unindo para pedir para os antigos alunos da ULM para redigir uma carta dizendo qual foi a importância da ULM nas suas vidas. pode ser por email mesmo. Esses relatos serão
anexados a um documento que irá para o ministério público, ouvidoria do estado, deputados, governador, IMPRENSA....e etc...aonde nós alcançarmos.  (...)"




segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O USO INADEQUADO DO TERMO ‘PENTECOSTAL’ NO MEIO METODISTA

Texto introdutório, mas interessante. Ressalvo que, por se tratar de graduação, não deveria conter uma conclusão, e sim, considerações finais...
por Pr. Welfanny Nolasco, missionário no vale do jequitinhonha na cidade de Medina.

O USO INADEQUADO DO TERMO ‘PENTECOSTAL’ NO MEIO METODISTA


Trabalho da disciplina Pneumatologia e Eclesiologia
 apresentado ao Prof. Helmut Renders e Prof. Cláudio Ribeiro da Faculdade de Teologia
 Universidade Metodista de São Paulo, 
como requisito parcial para a conclusão do semestre I 2008 
do terceiro ano do Curso Teológico Pastoral.
São Bernardo do Campo — Agosto de 2008

Introdução
O presente estudo é fruto de uma preocupação com o freqüente uso do termo ‘Pentecostal’ no meio metodista, quase sempre com a boa intenção de melhorar a imagem da igreja diante da grande pressão de outros grupos independentes do ramo pentecostal que acreditam que este termo significa a presença do Espírito Santo.
Tal comportamento implica em mudanças nos eixos doutrinários da igreja no que concerne à sua doutrina do Espírito Santo bem como altera sua eclesiologia, visto que as igrejas pentecostais têm uma eclesiologia própria e diferente da organização metodista.
O objetivo do estudo não é definir o que é ser pentecostal e nem denegrir a imagem de quem quer que o seja, mas delinear o que é ser metodista entendendo a doutrina do metodismo acerca do Espírito Santo e como a Igreja Metodista se organiza eclesiologicamente na Igreja local, dando assim motivos para a satisfação com o termo metodista e tornando desnecessária a associação com o pentecostalismo.
O USO INADEQUADO DO TERMO ‘PENTECOSTAL’ NO MEIO METODISTA
“Sem o Espírito de Deus não podemos fazer nada
a não ser acrescentar pecado sobre pecado.”
João Wesley
Sem dúvida o movimento metodista é fruto de um mover do Espírito Santo sobre a terra. A Igreja Metodista tem sua identidade própria e não precisa ser identificada com qualquer outro movimento, como em questão o movimento pentecostal, para que seja uma igreja reconhecida como de Deus.
Uma explicação teológica do fenômeno que distingue tradicionais de pentecostais pode ser encontrada em Moltman[1] que traça um histórico da pneumatologia em dois momentos:
1) um período com a ausência da figura do Espírito Santo devido a ênfase na cristologia de Karl Bart.
2) A partir da declaração de Karl Barth desejando que se escreva mais sobre o Espírito Santo, houve uma explosão de escritos sobre pneumatologia.
A partir dessa reflexão pode-se entender que igrejas originárias naquele primeiro momento são igrejas chamadas ‘tradicionais’ e outras igrejas que surgiram no segundo momento têm uma tendência maior ao ‘pentecostalismo’.
Apresentamos alguns motivos para não utilizar o termo ‘pentecostal’ referindo-se a Igreja ou ao Movimento Metodista:
1 – Uma Igreja do Avivamento
“Senhor, manda-nos o antigo avivamento sem os seus defeitos; mas se não for possível, manda-nos com todos os seus defeitos. Precisamos de um avivamento.” João Wesley
O movimento liderado por Wesley é considerado como um dos mais notáveis movimentos do Espírito Santo de renovação da Igreja.
O Bispo Nelson Luiz Campos Leite destacou em seu livro "Como alcançar o Genuíno Avivamento”, alguns exemplos que não constituem uma experiência de avivamento. Para ele, avivamento não é:
Um programa agendado da igreja
Uma mudança doutrinária
Uma mudança litúrgica
Uma ênfase carismática unilateral
Um modismo
Uma campanha de evangelização.
Outros aspectos podem ser acrescentados a esta lista como, por exemplo: avivamento não é uma manifestação emocional; o dom é um enfeite na vida do cristão; os dons não são acessórios que deixam o cristão mais bonito ou mais santo.
José Comblin[2] explica que a teologia não transmitiu muito sobre o Espírito Santo durante muito tempo porque a igreja se institucionalizou muito e o discurso teológico era regido de forma muito intelectual. Comblin afirma que devido a este racionalismo e a falta de uma teologia prática sobre o Espírito Santo, cresceu muito o ateísmo e hoje os teólogos se interessam mais pelo assunto bem como também buscam uma experiência maior de piedade.
No movimento metodista é notável a influência de leigos na busca de renovação espiritual, mas nota-se também muitos clérigos como, por exemplo, o próprio Rev. John Wesley que teve a famosa experiência do coração aquecido. Com certeza o modelo de eclesiologia do metodismo possibilitava uma busca maior do Espírito Santo com a participação de todos.
2 - Evangelho Integral
"Pregar a doutrina, a prática e a disciplina evita o legalismo, o individualismo, o formalismo e o emocionalismo. Onde prevaleceu o equilíbrio foi o que mais frutificou". João Wesley
O Metodismo vivenciou o evangelho de forma integral, pessoal e social; individual e comunitário. O testemunho missionário da comunidade metodista levou em consideração a sociedade da época com suas realidades e necessidades e a situação em que vivem as pessoas. O meio ambiente onde as pessoas vivem carece, também, da transformação evangélica. As forças que oprimem e destroem a vida das pessoas devem curvar-se sob o poder da Graça divina.
O autor Alessandro Rodrigues Rocha[3] faz um interessante mapeamento da geografia social dos movimentos protestantes como reagentes dos problemas sociais que enfrentaram no período de seu surgimento. Rocha dá como exemplo o metodismo que surgiu à margem da Igreja dando oportunidade para grupos que não eram contemplados pela Igreja oficial promovendo uma verdadeira revolução social, cultural e espiritual em que pessoas simples eram reconhecidas como líderes espirituais em grupos do movimento.
Uma das grandes ênfases dadas ao Metodismo é o de que a sua postura representa uma visão prática e equilibrada da fé e da vida cristã.
3 - Forte Espiritualidade
“Nunca permitas, em hipótese alguma passares um dia sequer sem pelo menos uma hora para tua vida devocional” João Wesley
A Graça Divina é atuante motivando a pessoa a aceitar a experiência da conversão e da nova vida em Cristo. Essa espiritualidade parte da conversão e é contínua e crescente, levando a pessoa a um constante crescimento (em satisfação) em todas as dimensões.
No texto O Espírito Santo e a ênfase wesleyana na experiência cristã, Mack B. Stokes[4] deixa claro a superioridade que John Wesley dá para a experiência que cada um deve ter com o Espírito Santo em relação ao estudo pneumo-teológico. Wesley acreditava na ação do Espírito Santo em todas as etapas da vida cristã, desde a Graça preveniente, à justificação, o novo nascimento, o testemunho interior do Espírito até a santificação.
Para Wesley a espiritualidade deve ter presentes, os meios da Graça, a oração, a meditação e o estudo da Bíblia, o jejum, as vigílias, o louvor, o culto, a pregação e a edificação da comunidade.
O Metodismo foi a expressão de uma espiritualidade dinâmica pessoal e comunitária. A plenitude da manifestação do Espírito na vida da pessoa e da comunidade testifica o lugar fundamental do Santo Espírito no movimento. Ele não seria apenas o Consolador, mas o Sustentador, o Fortalecedor, o Inspirador, o que nutria todos no caminho da verdade, o que possibilitaria a experiência com a Graça, o recebimento do dom e o fruidor da nova vida.
4 – Dons e Ministérios
“Faça todo o bem que puder, por todos os meios que puder
De todas as maneiras que puder em todos os lugares que puder
Para todas as pessoas que puder Enquanto você puder”.
João Wesley
Carlos Mesters[5] trata das qualidades do Espírito Santo e como age na vida da Igreja orientando que não é preciso temer a ação do Espírito Santo porque ela sempre será boa, verdadeira e oportuna, identificando-se com a comunidade de acordo com a necessidade. Contudo Mesters orienta a busca do dom do discernimento pra entender as ações negativas presentes no mundo.
O Espírito Santo concede à Igreja os dons para o exercício de ministérios, o objetivo dos dons é o serviço, então não existe ministério sem o dom. Estes carismas capacitam pessoas diferentes para exercer ministérios diferenciados, num clima de solidariedade e apoio mútuo.
Quando surgiu o movimento metodista o ministério leigo era um fator inesperado, pois João Wesley tinha uma forte resistência a pregação leiga. Deus levantou homens como Tomás Maxfield para revelar a João Wesley este poderoso ministério.
Então houve abertura para todos pregarem impulsionados pelo Espírito missionário, porém havia um critério. Wesley interrogava a o candidato a pregador sobre sua vida e lhe perguntava: Tens graça? Tens dons? Tens frutos? Uma outra condição era a preparação através de estudos. Foi através dos ministérios leigos de homens e mulheres que o metodismo chegou aos lugares mais remotos da terra.
O movimento metodista compartilhou desse sacerdócio universal e foi grandemente abençoado. Hoje a Igreja Metodista procura cumprir seu ministério através dos dons do Espírito, despertando em cada metodista um evangelismo solidário.
5 - Espiritualidade social
“O Evangelho de Cristo não conhece outra religião que não seja a social, nem outra santidade que não seja a social.” João Wesley
Para Leonardo Boff[6] o Espírito Santo é que cria e renova todas as coisas dando ao ser humano a capacidade de à semelhança de seu criador, poder criar novas coisas. Daí vem o surgimento da tecnologia, das artes e descobertas científicas, tudo é fruto do desejo de Deus em melhor o mundo. Boff destaca que uma Igreja que deseja ser orientada pelo Espírito Santo busca soluções para a sociedade em que vive.
A Igreja, como conhecedora e meio de revelação da verdade ao mundo, não pode querer moralizar o homem, mas o ensinar. Também não deve promover o humanismo social sem referência evangelística a Cristo. É preciso muita vigilância quanto ao propagandismo de querer que outros sigam nossos métodos e perfil eclesiástico. A verdadeira missão de Deus conduz o homem e suas estruturas sociais ao Cristo-Espírito que é a origem, o destino e o conteúdo da missão.
6 – Força Missionária
“Vocês tem uma tarefa e apenas uma: salvar almas. Gastem-se nesse trabalho apenas e em nenhum outro(...) observem: não é sua tarefa apenas pregar tantas vezes ou cuidar dessa ou daquela sociedade.”
João Wesley
Hermann Brandt[7] faz uma reflexão da influência das teologias de Barth e Tillich sobre a pneumatologia protestante:
-Barth: ensina que a ação do Espírito é conseqüência de fé e obediência, mas depende mais do desejo de Deus do que do homem e sempre estará ligado à Igreja.
-Tillich: é mais antropologista destacando a necessidade da busca do homem para receber o Espírito Santo independente da Igreja.
Diante das visões de Barth e Tillick podem ser percebidos dois extremos no entendimento protestante da ação do Espírito na Igreja. No movimento metodista porém encontram-se os dois aspectos: o humano e o espiritual concorrendo para o mover do Espírito Santo de modo as responsabilidades humanas eram assim tratadas e as espirituais deste modo. Para João Wesley a ação do Espírito Santo dependia tanto da ação de Deus como da resposta do homem, por isso era tão insistente no trabalho missionário e na evangelização.
Algumas atitudes do metodismo que determinaram sua visão missionária foram a pregação ao ar livre, o ministério itinerante, pelo qual os pregadores buscavam as pessoas onde quer que elas se encontrassem, a pregação leiga, para aumentar o quadro daqueles e daquelas que anunciavam a boa nova do Reino, a larga distribuição de literatura adequada, as sociedades, classes, bands (círculos, pequenos grupos), cultos e celebrações.
Além disso podem ser destacadas as freqüentes viagens do próprio João Wesley, notadamente à Irlanda e também à Escócia e outros lugares até mesmo com a implantação do metodismo na América, através de pregadores tais como Bárbara Heck, Philip Embury e Roberto Strawbridge e na distante Ceilão (Sri Lanka) através da Sociedade Missionária Metodista, liberada pelo Dr. Thomas Coke.
O artigo. 3º da Constituição da Igreja Metodista diz: "A Igreja Metodista tem como principal missão participar da ação de Deus no seu propósito de salvar o mundo. A Igreja Metodista faz isto realizando cultos, pregando o evangelho, ministrando os sacramentos, ensinando os membros da igreja e capacitando-os para diversos ministérios". A missão mundial do metodismo, hoje atualmente em todos os continentes do globo.
Conclusão
Deus operou poderosamente na vida de seus discípulos, de homens como John Wesley, e hoje mesmo o Senhor manifesta o seu poder em nossas vidas. O poder é de Deus e não nosso, não fazemos dele o que queremos e nem o usamos. Ele é que nos usa para fazer a vontade de Deus.
O Espírito é Santo e não uma emoção santa, mas um poder santo. Esse poder precisa ser renovado em nós a cada dia, abastecendo-nos de Sua força.
Não há como determinar uma fórmula para ser cheio do Espírito, mas sabemos que é preciso uma entrega total, um desejo ardente de receber e uma busca incessante dessa bênção graciosa até que o coração esteja aquecido.
O autor Antônio Carlos de Melo Magalhães[8] nos ajuda a concluir reconhecendo a relevante contribuição prática do pentecostalismo para alcançar grupos marginalizados e sua aproximação em busca da teologia. Em contrapartida o autor relata a crescente busca dos teólogos para compreender o fenômeno pentecostal sendo até mesmo influenciados pelo movimento.
Assim podemos concluir que a influência do pentecostalismo trouxe de volta para a Igreja a prática da busca do Espírito Santo e a pneumatologia contribuiu com o estudo da teologia. Entretanto, o metodismo sempre buscou o equilíbrio entre a prática e a teologia, que nos motiva a reafirmar nossa identidade como um povo de ‘coração aquecido e mente esclarecida’.
O grande perigo de dar nome ao que vemos e sentimos é que quando o fato se repete queremos identificar com a última experiência, ou pior queremos que nossa experiência determine a do outro. Isso é como ignorar o agir criativo e renovador de Deus sobre o ser humano.
Quando Wesley recebeu o Espírito Santo denominou sua experiência como “coração aquecido”, já os irmãos pentecostais escolheram este nome para sua experiência. O que na verdade importa não é o nome e sim que o Espírito Santo esteja sobre todos.
BIBLIOGRAFIA
BOFF, Leonardo. “A pessoa do Espírito Santo: mistério de amor e irrupção do novo” (pp. 137-149). In: A Santíssima Trindade é a melhor comunidade.Petrópolis: Vozes, 1988.
BRANDT, Hermann. “O Espírito Santo como provocação do homem por Deus” (pp.137-161). In: O Espírito Santo.São Leopoldo: Sinodal, 1985 – 2ª ed.
MESTERS, Carlos. Discernir e descobrir o rumo do Espírito: uma reflexão a partir da Bíblia. (pp.81-112). In: FABRI DOS SANTOS, Márcio (org.). Sob o Fogo do Espírito.São Paulo: SOTER/Paulinas, 1988.
ROCHA, Alessandro Rodrigues. “A dimensão carismático-Libertadora da Pneumatologia Protestante – uma perspectiva marginal” (pp. 143-160). In: TEPEDINO, Ana Maria (org.). Amor e Discernimento: experiência e razão no horizonte pneumatológico das igrejas. São Paulo: Paulinas, 2007.
STOKES, Mack B. “O Espírito Santo e a ênfase wesleyana na experiência cristã” (pp.51-58) . In: O Espírito Santo na Herança Wesleyana. São Paulo: Imprensa Metodista: 1995.
COMBLIN,José. “A experiência do Espírito na História da teologia” (pp. 52-63). In: O Espírito Santo e a libertação. Petrópolis: Vozes, 1987.
MOLTMANN, Jürgen. “Os pontos de partida da pneumatologia atual” (pp.13-25). In: O espírito da Vida: uma pneumatologia integral. Petrópolis: Vozes, 1999.
MAGALHÃES, Antônio Carlos de Melo. “O Pentecostalismo e o pensamento teológico atual: reflexões sobre pneumatologia e experiência na reflexão teológica”. (pp. 63-73). Estratégias Religiosas na Sociedade Brasileira. Estudos de Religião 12. São Bernardo do Campo: EDITEO, 1998.
[1] MOLTMANN, Jürgen. “Os pontos de partida da pneumatologia atual” (pp.13-25). In: O espírito da Vida: uma pneumatologia integral. Petrópolis: Vozes, 1999.
[2] COMBLIN,José. “A experiência do Espírito na História da teologia” (pp. 52-63). In: O Espírito Santo e a libertação.Petrópolis: Vozes, 1987.
[3] ROCHA, Alessandro Rodrigues. “A dimensão carismático-Libertadora da Pneumatologia Protestante – uma perspectiva marginal” (pp. 143-160). In: TEPEDINO, Ana Maria (org.). Amor e Discernimento: experiência e razão no horizonte pneumatológico das igrejas. São Paulo: Paulinas, 2007.
[4] STOKES, Mack B. “O Espírito Santo e a ênfase wesleyana na experiência cristã” (pp.51-58) . In: O Espírito Santo na Herança Wesleyana. São Paulo: Imprensa Metodista: 1995.
[5] MESTERS, Carlos. Discernir e descobrir o rumo do Espírito: uma reflexão a partir da Bíblia. (pp.81-112). In: FABRI DOS SANTOS, Márcio (org.). Sob o Fogo do Espírito. São Paulo: SOTER/Paulinas, 1988.
[6] BOFF, Leonardo. “A pessoa do Espírito Santo: mistério de amor e irrupção do novo” (pp. 137-149). In: A Santíssima Trindade é a melhor comunidade. Petrópolis: Vozes, 1988.
[7] BRANDT, Hermann. “O Espírito Santo como provocação do homem por Deus” (pp.137-161). In: O Espírito Santo. São Leopoldo: Sinodal, 1985 – 2ª ed.
[8] MAGALHÃES, Antônio Carlos de Melo. “O Pentecostalismo e o pensamento teológico atual: reflexões sobre pneumatologia e experiência na reflexão teológica”. (pp. 63-73). Estratégias Religiosas na Sociedade Brasileira. Estudos de Religião 12. São Bernardo do Campo: EDITEO, 1998.
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