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sábado, 3 de março de 2012

Confesso diante do espelho...

photo by Yuri Steinhoff

Confesso... Confesso sim que tenho sido um pecador... Confesso que errei.

Errei com as pessoas, ó Pai. Deixei marcas em suas vidas que não tenho mais como consertar. Tanto amor declarado, mas tanto desamor praticado...
Errei contigo, meu amado Deus, a quem eu devia minha entrega total... Deixei-o triste, deixei-o perplexo.
Mas não posso deixar de admitir que errei contra o templo do Espírito: pequei e errei contra mim...

Errei em minhas decisões em seguir a vida de acordo com minhas paixões, meus desejos, meus sonhos, meus sabores, meus deleites. E agravo ainda mais minha culpa por achar (e fazer os outros também acreditarem) que fazia isto através da Tua direção... Dizia-me cheio do Espírito Santo de Deus, mas enchia-me com minha própria vaidade, travestida de humildade e de bom-mocismo.
Dizia-me, dominicalmente, arrependido em momento cúltico, mas não aprendi o que é transformação. Se aprendizagem é processo que gera mudança, nada aprendi...

Confesso... Confesso a Ti, meu Pai...

A vida pode ser um descaminho, tortuoso descaminho... é assim que venho trilhando, tortuosamente e sem me dar conta desse andar quase como de um bêbado a cair em uma sarjeta, sujo, imundo pelo pecado, e fedido por transpirar tanta hipocrisia... Sim, um bêbado, que não sente mais os seus passos firmes, sente-se prestes a tropeçar em qualquer obstáculo. Fragilidade, inutilidade. Perdendo o sentido de direção. Achando estar caminhando em linha reta, porém, cada passo é um passo incerto.

De tantas consequencias vejo-me preso em gueto escuro esperando a violência me alcançar, não a violência urbana, mas aquela mesma interior, de se consumir, de se desesperar...
Mesmo em um gueto escuro, consigo enxergar um pequena luz que sempre me seguiu, e me protegeu. A Tua luz sempre esteve à minha frente, mesmo que eu não a percebesse, ó Pai. Dizia ao mundo que a percebia, mas, o que via, era apenas uma falsa vontade de vê-la e de Te conhecer.

Mas as consequencias deixam marcar profundas em nós, e ao olhar para o espelho da vida, não me vejo mais, apenas vejo as feridas que deixei, os caminhos que perdi e as portas que se fecharam.

Confesso... Confesso e entendo o que é o arrependimento...

Me coloco diante da Tua misericórdia e peço-te que me ensine, ao mesmo tempo, me eduque a buscar um arrependimento verdadeiro, um arrependimento sincero. Sinto que devo me arrepender diante de Ti! Mas como? Apenas pedindo? Apenas me confessando? Apenas colocando diante de Ti tudo aquilo que já sabes?

"e tudo o que não provém de fé é pecado" (Rm 14.23)

De repente, vejo que nunca cri de verdade, nunca tive fé o suficiente. Mas agora entendo! "Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado. " (IJo 4.10-12)

Sinto o Amor de Deus... Quero sentir o Teu perdão ó Pai!

Hoje posso até querer refazer tudo o que fiz de errado, reconstruir o que derrubei. Será possível? Não sei, não tenho essa resposta. Só sei, agora, o que é arrepender-se. Arrependo-me. Arrependo-me.

As consequencias estão em minha frente. As consequencias estão pesando, está ficando difícil carregá-las, aguentá-las. Preciso do seu sustento, ó Pai. Preciso Te sentir, meu Salvador.
Tu vieste para que eu tenha vida, e vida em abundância, e essa vida em abundância começa agora, aqui, já... Porém, o salário do pecado é a morte... e tenho pecado, ó misericordioso Pai... tenho pecado até agora... O que me resta então?

Mas, de súbito, sinto que queres me perdoar! Sinto que posso ser perdoado! Sim, eu creio na Tua Palavra, e a Tua Palavra é Vida!
"Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade;  e, segundo a multidão das tuas misericórdias,  apaga as minhas transgressões. Lava-me completamente da minha iniqüidade e purifica-me do meu pecado. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mau perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar. Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe. Eis que te comprazes na verdade no íntimo e no recôndito me fazes conhecer a sabedoria. Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagaste. Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável. Não me repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário". (Sl 51.1-12).

É isto Senhor! Eu Creio nesta Palavra! Eu creio na Tua Palavra!


"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós". (1Jo 1.9-10)


Lava-me...


Creio, meu Pai, que Tu me Perdoas...


Me perdoaste... Peço-te que me guies, me guies em cada passo que eu der... e que a Tua Glória seja manifestada em mim, em nós...


Tu me perdoas, meu Pai, Tu me perdoas...


Tudo se faz novo, de novo...






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