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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O USO INADEQUADO DO TERMO ‘PENTECOSTAL’ NO MEIO METODISTA

Texto introdutório, mas interessante. Ressalvo que, por se tratar de graduação, não deveria conter uma conclusão, e sim, considerações finais...
por Pr. Welfanny Nolasco, missionário no vale do jequitinhonha na cidade de Medina.

O USO INADEQUADO DO TERMO ‘PENTECOSTAL’ NO MEIO METODISTA


Trabalho da disciplina Pneumatologia e Eclesiologia
 apresentado ao Prof. Helmut Renders e Prof. Cláudio Ribeiro da Faculdade de Teologia
 Universidade Metodista de São Paulo, 
como requisito parcial para a conclusão do semestre I 2008 
do terceiro ano do Curso Teológico Pastoral.
São Bernardo do Campo — Agosto de 2008

Introdução
O presente estudo é fruto de uma preocupação com o freqüente uso do termo ‘Pentecostal’ no meio metodista, quase sempre com a boa intenção de melhorar a imagem da igreja diante da grande pressão de outros grupos independentes do ramo pentecostal que acreditam que este termo significa a presença do Espírito Santo.
Tal comportamento implica em mudanças nos eixos doutrinários da igreja no que concerne à sua doutrina do Espírito Santo bem como altera sua eclesiologia, visto que as igrejas pentecostais têm uma eclesiologia própria e diferente da organização metodista.
O objetivo do estudo não é definir o que é ser pentecostal e nem denegrir a imagem de quem quer que o seja, mas delinear o que é ser metodista entendendo a doutrina do metodismo acerca do Espírito Santo e como a Igreja Metodista se organiza eclesiologicamente na Igreja local, dando assim motivos para a satisfação com o termo metodista e tornando desnecessária a associação com o pentecostalismo.
O USO INADEQUADO DO TERMO ‘PENTECOSTAL’ NO MEIO METODISTA
“Sem o Espírito de Deus não podemos fazer nada
a não ser acrescentar pecado sobre pecado.”
João Wesley
Sem dúvida o movimento metodista é fruto de um mover do Espírito Santo sobre a terra. A Igreja Metodista tem sua identidade própria e não precisa ser identificada com qualquer outro movimento, como em questão o movimento pentecostal, para que seja uma igreja reconhecida como de Deus.
Uma explicação teológica do fenômeno que distingue tradicionais de pentecostais pode ser encontrada em Moltman[1] que traça um histórico da pneumatologia em dois momentos:
1) um período com a ausência da figura do Espírito Santo devido a ênfase na cristologia de Karl Bart.
2) A partir da declaração de Karl Barth desejando que se escreva mais sobre o Espírito Santo, houve uma explosão de escritos sobre pneumatologia.
A partir dessa reflexão pode-se entender que igrejas originárias naquele primeiro momento são igrejas chamadas ‘tradicionais’ e outras igrejas que surgiram no segundo momento têm uma tendência maior ao ‘pentecostalismo’.
Apresentamos alguns motivos para não utilizar o termo ‘pentecostal’ referindo-se a Igreja ou ao Movimento Metodista:
1 – Uma Igreja do Avivamento
“Senhor, manda-nos o antigo avivamento sem os seus defeitos; mas se não for possível, manda-nos com todos os seus defeitos. Precisamos de um avivamento.” João Wesley
O movimento liderado por Wesley é considerado como um dos mais notáveis movimentos do Espírito Santo de renovação da Igreja.
O Bispo Nelson Luiz Campos Leite destacou em seu livro "Como alcançar o Genuíno Avivamento”, alguns exemplos que não constituem uma experiência de avivamento. Para ele, avivamento não é:
Um programa agendado da igreja
Uma mudança doutrinária
Uma mudança litúrgica
Uma ênfase carismática unilateral
Um modismo
Uma campanha de evangelização.
Outros aspectos podem ser acrescentados a esta lista como, por exemplo: avivamento não é uma manifestação emocional; o dom é um enfeite na vida do cristão; os dons não são acessórios que deixam o cristão mais bonito ou mais santo.
José Comblin[2] explica que a teologia não transmitiu muito sobre o Espírito Santo durante muito tempo porque a igreja se institucionalizou muito e o discurso teológico era regido de forma muito intelectual. Comblin afirma que devido a este racionalismo e a falta de uma teologia prática sobre o Espírito Santo, cresceu muito o ateísmo e hoje os teólogos se interessam mais pelo assunto bem como também buscam uma experiência maior de piedade.
No movimento metodista é notável a influência de leigos na busca de renovação espiritual, mas nota-se também muitos clérigos como, por exemplo, o próprio Rev. John Wesley que teve a famosa experiência do coração aquecido. Com certeza o modelo de eclesiologia do metodismo possibilitava uma busca maior do Espírito Santo com a participação de todos.
2 - Evangelho Integral
"Pregar a doutrina, a prática e a disciplina evita o legalismo, o individualismo, o formalismo e o emocionalismo. Onde prevaleceu o equilíbrio foi o que mais frutificou". João Wesley
O Metodismo vivenciou o evangelho de forma integral, pessoal e social; individual e comunitário. O testemunho missionário da comunidade metodista levou em consideração a sociedade da época com suas realidades e necessidades e a situação em que vivem as pessoas. O meio ambiente onde as pessoas vivem carece, também, da transformação evangélica. As forças que oprimem e destroem a vida das pessoas devem curvar-se sob o poder da Graça divina.
O autor Alessandro Rodrigues Rocha[3] faz um interessante mapeamento da geografia social dos movimentos protestantes como reagentes dos problemas sociais que enfrentaram no período de seu surgimento. Rocha dá como exemplo o metodismo que surgiu à margem da Igreja dando oportunidade para grupos que não eram contemplados pela Igreja oficial promovendo uma verdadeira revolução social, cultural e espiritual em que pessoas simples eram reconhecidas como líderes espirituais em grupos do movimento.
Uma das grandes ênfases dadas ao Metodismo é o de que a sua postura representa uma visão prática e equilibrada da fé e da vida cristã.
3 - Forte Espiritualidade
“Nunca permitas, em hipótese alguma passares um dia sequer sem pelo menos uma hora para tua vida devocional” João Wesley
A Graça Divina é atuante motivando a pessoa a aceitar a experiência da conversão e da nova vida em Cristo. Essa espiritualidade parte da conversão e é contínua e crescente, levando a pessoa a um constante crescimento (em satisfação) em todas as dimensões.
No texto O Espírito Santo e a ênfase wesleyana na experiência cristã, Mack B. Stokes[4] deixa claro a superioridade que John Wesley dá para a experiência que cada um deve ter com o Espírito Santo em relação ao estudo pneumo-teológico. Wesley acreditava na ação do Espírito Santo em todas as etapas da vida cristã, desde a Graça preveniente, à justificação, o novo nascimento, o testemunho interior do Espírito até a santificação.
Para Wesley a espiritualidade deve ter presentes, os meios da Graça, a oração, a meditação e o estudo da Bíblia, o jejum, as vigílias, o louvor, o culto, a pregação e a edificação da comunidade.
O Metodismo foi a expressão de uma espiritualidade dinâmica pessoal e comunitária. A plenitude da manifestação do Espírito na vida da pessoa e da comunidade testifica o lugar fundamental do Santo Espírito no movimento. Ele não seria apenas o Consolador, mas o Sustentador, o Fortalecedor, o Inspirador, o que nutria todos no caminho da verdade, o que possibilitaria a experiência com a Graça, o recebimento do dom e o fruidor da nova vida.
4 – Dons e Ministérios
“Faça todo o bem que puder, por todos os meios que puder
De todas as maneiras que puder em todos os lugares que puder
Para todas as pessoas que puder Enquanto você puder”.
João Wesley
Carlos Mesters[5] trata das qualidades do Espírito Santo e como age na vida da Igreja orientando que não é preciso temer a ação do Espírito Santo porque ela sempre será boa, verdadeira e oportuna, identificando-se com a comunidade de acordo com a necessidade. Contudo Mesters orienta a busca do dom do discernimento pra entender as ações negativas presentes no mundo.
O Espírito Santo concede à Igreja os dons para o exercício de ministérios, o objetivo dos dons é o serviço, então não existe ministério sem o dom. Estes carismas capacitam pessoas diferentes para exercer ministérios diferenciados, num clima de solidariedade e apoio mútuo.
Quando surgiu o movimento metodista o ministério leigo era um fator inesperado, pois João Wesley tinha uma forte resistência a pregação leiga. Deus levantou homens como Tomás Maxfield para revelar a João Wesley este poderoso ministério.
Então houve abertura para todos pregarem impulsionados pelo Espírito missionário, porém havia um critério. Wesley interrogava a o candidato a pregador sobre sua vida e lhe perguntava: Tens graça? Tens dons? Tens frutos? Uma outra condição era a preparação através de estudos. Foi através dos ministérios leigos de homens e mulheres que o metodismo chegou aos lugares mais remotos da terra.
O movimento metodista compartilhou desse sacerdócio universal e foi grandemente abençoado. Hoje a Igreja Metodista procura cumprir seu ministério através dos dons do Espírito, despertando em cada metodista um evangelismo solidário.
5 - Espiritualidade social
“O Evangelho de Cristo não conhece outra religião que não seja a social, nem outra santidade que não seja a social.” João Wesley
Para Leonardo Boff[6] o Espírito Santo é que cria e renova todas as coisas dando ao ser humano a capacidade de à semelhança de seu criador, poder criar novas coisas. Daí vem o surgimento da tecnologia, das artes e descobertas científicas, tudo é fruto do desejo de Deus em melhor o mundo. Boff destaca que uma Igreja que deseja ser orientada pelo Espírito Santo busca soluções para a sociedade em que vive.
A Igreja, como conhecedora e meio de revelação da verdade ao mundo, não pode querer moralizar o homem, mas o ensinar. Também não deve promover o humanismo social sem referência evangelística a Cristo. É preciso muita vigilância quanto ao propagandismo de querer que outros sigam nossos métodos e perfil eclesiástico. A verdadeira missão de Deus conduz o homem e suas estruturas sociais ao Cristo-Espírito que é a origem, o destino e o conteúdo da missão.
6 – Força Missionária
“Vocês tem uma tarefa e apenas uma: salvar almas. Gastem-se nesse trabalho apenas e em nenhum outro(...) observem: não é sua tarefa apenas pregar tantas vezes ou cuidar dessa ou daquela sociedade.”
João Wesley
Hermann Brandt[7] faz uma reflexão da influência das teologias de Barth e Tillich sobre a pneumatologia protestante:
-Barth: ensina que a ação do Espírito é conseqüência de fé e obediência, mas depende mais do desejo de Deus do que do homem e sempre estará ligado à Igreja.
-Tillich: é mais antropologista destacando a necessidade da busca do homem para receber o Espírito Santo independente da Igreja.
Diante das visões de Barth e Tillick podem ser percebidos dois extremos no entendimento protestante da ação do Espírito na Igreja. No movimento metodista porém encontram-se os dois aspectos: o humano e o espiritual concorrendo para o mover do Espírito Santo de modo as responsabilidades humanas eram assim tratadas e as espirituais deste modo. Para João Wesley a ação do Espírito Santo dependia tanto da ação de Deus como da resposta do homem, por isso era tão insistente no trabalho missionário e na evangelização.
Algumas atitudes do metodismo que determinaram sua visão missionária foram a pregação ao ar livre, o ministério itinerante, pelo qual os pregadores buscavam as pessoas onde quer que elas se encontrassem, a pregação leiga, para aumentar o quadro daqueles e daquelas que anunciavam a boa nova do Reino, a larga distribuição de literatura adequada, as sociedades, classes, bands (círculos, pequenos grupos), cultos e celebrações.
Além disso podem ser destacadas as freqüentes viagens do próprio João Wesley, notadamente à Irlanda e também à Escócia e outros lugares até mesmo com a implantação do metodismo na América, através de pregadores tais como Bárbara Heck, Philip Embury e Roberto Strawbridge e na distante Ceilão (Sri Lanka) através da Sociedade Missionária Metodista, liberada pelo Dr. Thomas Coke.
O artigo. 3º da Constituição da Igreja Metodista diz: "A Igreja Metodista tem como principal missão participar da ação de Deus no seu propósito de salvar o mundo. A Igreja Metodista faz isto realizando cultos, pregando o evangelho, ministrando os sacramentos, ensinando os membros da igreja e capacitando-os para diversos ministérios". A missão mundial do metodismo, hoje atualmente em todos os continentes do globo.
Conclusão
Deus operou poderosamente na vida de seus discípulos, de homens como John Wesley, e hoje mesmo o Senhor manifesta o seu poder em nossas vidas. O poder é de Deus e não nosso, não fazemos dele o que queremos e nem o usamos. Ele é que nos usa para fazer a vontade de Deus.
O Espírito é Santo e não uma emoção santa, mas um poder santo. Esse poder precisa ser renovado em nós a cada dia, abastecendo-nos de Sua força.
Não há como determinar uma fórmula para ser cheio do Espírito, mas sabemos que é preciso uma entrega total, um desejo ardente de receber e uma busca incessante dessa bênção graciosa até que o coração esteja aquecido.
O autor Antônio Carlos de Melo Magalhães[8] nos ajuda a concluir reconhecendo a relevante contribuição prática do pentecostalismo para alcançar grupos marginalizados e sua aproximação em busca da teologia. Em contrapartida o autor relata a crescente busca dos teólogos para compreender o fenômeno pentecostal sendo até mesmo influenciados pelo movimento.
Assim podemos concluir que a influência do pentecostalismo trouxe de volta para a Igreja a prática da busca do Espírito Santo e a pneumatologia contribuiu com o estudo da teologia. Entretanto, o metodismo sempre buscou o equilíbrio entre a prática e a teologia, que nos motiva a reafirmar nossa identidade como um povo de ‘coração aquecido e mente esclarecida’.
O grande perigo de dar nome ao que vemos e sentimos é que quando o fato se repete queremos identificar com a última experiência, ou pior queremos que nossa experiência determine a do outro. Isso é como ignorar o agir criativo e renovador de Deus sobre o ser humano.
Quando Wesley recebeu o Espírito Santo denominou sua experiência como “coração aquecido”, já os irmãos pentecostais escolheram este nome para sua experiência. O que na verdade importa não é o nome e sim que o Espírito Santo esteja sobre todos.
BIBLIOGRAFIA
BOFF, Leonardo. “A pessoa do Espírito Santo: mistério de amor e irrupção do novo” (pp. 137-149). In: A Santíssima Trindade é a melhor comunidade.Petrópolis: Vozes, 1988.
BRANDT, Hermann. “O Espírito Santo como provocação do homem por Deus” (pp.137-161). In: O Espírito Santo.São Leopoldo: Sinodal, 1985 – 2ª ed.
MESTERS, Carlos. Discernir e descobrir o rumo do Espírito: uma reflexão a partir da Bíblia. (pp.81-112). In: FABRI DOS SANTOS, Márcio (org.). Sob o Fogo do Espírito.São Paulo: SOTER/Paulinas, 1988.
ROCHA, Alessandro Rodrigues. “A dimensão carismático-Libertadora da Pneumatologia Protestante – uma perspectiva marginal” (pp. 143-160). In: TEPEDINO, Ana Maria (org.). Amor e Discernimento: experiência e razão no horizonte pneumatológico das igrejas. São Paulo: Paulinas, 2007.
STOKES, Mack B. “O Espírito Santo e a ênfase wesleyana na experiência cristã” (pp.51-58) . In: O Espírito Santo na Herança Wesleyana. São Paulo: Imprensa Metodista: 1995.
COMBLIN,José. “A experiência do Espírito na História da teologia” (pp. 52-63). In: O Espírito Santo e a libertação. Petrópolis: Vozes, 1987.
MOLTMANN, Jürgen. “Os pontos de partida da pneumatologia atual” (pp.13-25). In: O espírito da Vida: uma pneumatologia integral. Petrópolis: Vozes, 1999.
MAGALHÃES, Antônio Carlos de Melo. “O Pentecostalismo e o pensamento teológico atual: reflexões sobre pneumatologia e experiência na reflexão teológica”. (pp. 63-73). Estratégias Religiosas na Sociedade Brasileira. Estudos de Religião 12. São Bernardo do Campo: EDITEO, 1998.
[1] MOLTMANN, Jürgen. “Os pontos de partida da pneumatologia atual” (pp.13-25). In: O espírito da Vida: uma pneumatologia integral. Petrópolis: Vozes, 1999.
[2] COMBLIN,José. “A experiência do Espírito na História da teologia” (pp. 52-63). In: O Espírito Santo e a libertação.Petrópolis: Vozes, 1987.
[3] ROCHA, Alessandro Rodrigues. “A dimensão carismático-Libertadora da Pneumatologia Protestante – uma perspectiva marginal” (pp. 143-160). In: TEPEDINO, Ana Maria (org.). Amor e Discernimento: experiência e razão no horizonte pneumatológico das igrejas. São Paulo: Paulinas, 2007.
[4] STOKES, Mack B. “O Espírito Santo e a ênfase wesleyana na experiência cristã” (pp.51-58) . In: O Espírito Santo na Herança Wesleyana. São Paulo: Imprensa Metodista: 1995.
[5] MESTERS, Carlos. Discernir e descobrir o rumo do Espírito: uma reflexão a partir da Bíblia. (pp.81-112). In: FABRI DOS SANTOS, Márcio (org.). Sob o Fogo do Espírito. São Paulo: SOTER/Paulinas, 1988.
[6] BOFF, Leonardo. “A pessoa do Espírito Santo: mistério de amor e irrupção do novo” (pp. 137-149). In: A Santíssima Trindade é a melhor comunidade. Petrópolis: Vozes, 1988.
[7] BRANDT, Hermann. “O Espírito Santo como provocação do homem por Deus” (pp.137-161). In: O Espírito Santo. São Leopoldo: Sinodal, 1985 – 2ª ed.
[8] MAGALHÃES, Antônio Carlos de Melo. “O Pentecostalismo e o pensamento teológico atual: reflexões sobre pneumatologia e experiência na reflexão teológica”. (pp. 63-73). Estratégias Religiosas na Sociedade Brasileira. Estudos de Religião 12. São Bernardo do Campo: EDITEO, 1998.

Um comentário:

  1. Yuri, obrigado pela visita ao meu blog http://manejoca.blogspot.com. Voce comentou sobre o maribondo lá. Eu te convido a visitar o blog em que eu mais trabalho, que é o http://hagah72.blogspot.com. Este é o usual. Vou mudar para o Mané Joca, mas ainda estou arrumando as malas. Valeu.


    Deus te abençoe.

    Marcelo

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