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quarta-feira, 21 de abril de 2010

mas, onde estão?

Pensando em nossa realidade musical de hoje, principalmente a "gospel" (ou evangélica, ou cristã):
Tanta se fala em profetas e profecias, mas onde estão as músicas que denunciam a opressão de um sistema opressor?
Onde estão os profetas, se esse é o papel deles?
Se é uma "Geração Profética" (perdoe-me por usar esta expressão, Rev e amigo Gerson), onde estão?
Será que se escondem atrás da máscara da alienação de adoradores?
Onde estão músicas que contestem essa podridão nos palanques em períodos de eleição pseudo-democrática? Onde esta a defesa da democracia?
Onde estão os profetas-adoradores-cheios-de-superstição nos escândalos das cuecas endinheiradas? Quem discutiu isso em Escolas Dominicais? Quem falou sobre este "bando de salteadores"?
Onde esta a defesa dos direitos humanos desses pobres adoradores que esqueceram que pensar também é algo divino? Sim, "é de Deus"! Alienação não é de Deus não! É opressão, e toda forma de opressão é maligna (em todos os sentidos). Até a religiosa.
Onde estão aqueles compositores que se acham no hall de Deus mas esquecem da realidade daqueles que estão sofrendo nas ruas todos os dias. Será que são menos filhos de Deus por não terem dinheiro para comprar o último CD ungido?
Porque teríamos que falar de tudo isso?
Porque cantar sobre estas coisas?
Música é expressão. Exprimir algo que está dentro de nós, extrair mesmo, inclusive nossa indignação contra as injustiças (em todas as suas formas). Me lembra alguns movimentos, como o punk, p ex, que não era apenas musical. A música servia apenas como uma das formas de expressão de sentimentos de uma massa oprimida e que necessitava de uma mudança social, uma transformação para uma sociedade mais justa. Expressão. A música punk era, em sua maioria, uma extensão da maneira de viver de um determinado ramo insatisfeito com a sociedade, inclusive denunciando. Praticamente profetas, só faltava mostrar que o caminho, para o povo, era voltar-se a Deus.
Assim sendo uma extensão da vida que se tem, a música não tem sido a extensão da vida dos cristãos e cristãs?
Isso é preocupante pois, então, o cristão deixou de se preocupar com aquilo que oprime o seu próximo? O cristão deixou de ser cristão?

Mas, onde estão, então, os cristãos?

Que pensemos nisso e procuremos refletir sobre nosso papel cristão verdadeiro, e seguirmos o exemplo de Jesus Cristo, que considera o ser humano em todos os seus aspectos e necessidades.

Ósculos e amplexos

Um comentário:

  1. Muito bom mesmo o post Yuri, nenhum ser humano deve ser tornar alienado e indiferente a sociedade. Ainda mais os cristãos, que pregam a honestidade, a compaixão e a integridade, devem com certeza zelar por ela, além de pregar ela.

    Abraços do seu irmão!

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